Jornadas Parlamentares do Grupo Parlamentar do PS com o Emprego e a Competitividade na agenda: o programa completo aqui.
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| Fonte AO |
«(...) Quando criámos a Remuneração Complementar para mais de 6500 funcionários públicos, nunca se duvidou da nossa competência e nunca se considerou uma quebra de solidariedade nacional. E agora que a aumentamos em 2,1%, estamos a não ser solidários? Quando aprovámos um Salário Mínimo Regional mais elevado, que beneficia cerca de sete mil trabalhadores do sector privado, também era eticamente condenável? E o Complemento para Aquisição de Medicamentos, que ajuda 12 mil idosos a comprar medicamentos mais baratos, também é uma falta de solidariedade com o Continente? E o Complemento Açoriano ao Abono de Família para 80 mil Crianças e Jovens, que aumentámos este ano, também é inconstitucional por falha de solidarização? E o Complemento de Pensão – o chamado "cheque pequeno" –, que representa 24 milhões de euros, que aumentámos e abrange cerca de 35 mil pensionistas, que ficam com uma pensão um pouco maior do que a que teriam no Continente, é, como diz o Senhor Representante da República, uma medida de "incompreensível egoísmo"? E se apoiarmos mais, como acontece, os nossos jovens no emprego, estaremos a proceder mal? E o IRS já inferior entre 20 a 30% ao Continente, também, como diz o Representante, é um "desprezo" pelo país? (...)»Para ler, na íntegra, a intervenção de Carlos César na sessão parlamentar de apreciação do veto do Representante da República ao Decreto que aprovou o Orçamento da RAA para 2011.
«Carlos César anuncia suspensão dos aumentos em creches, amas, jardins de infância e ATLs»Uma decisão que (re)introduz justiça social perante as dificuldades impostas às famílias pelos 'cortes' das medidas de austeridade contidas na proposta de OE para 2011.
Actividade económica dá sinais de quebra in Público 29 Set'10
Clima Económico mantém-se estável em Setembro in Publituris 29 Set'10O camarada Francisco já escreveu sobre o assunto mas acho, hoje mais do que ontem, que a actividade especulativa dos mercados financeiros exige, perante a instabilidade que vivemos, uma 'melhor regulação'.
«Com decisão positiva do Governo da República, tarifas promocionais de 100 euros seguem para Bruxelas» para apreciação da Comissão Europeia