sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Diários de Campanha






Maia (S. Miguel) » Set'09 Esclarecimentos, música e animação na estrada com direito a alguns apontamentos curiosos...

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PS dispara na recta final e deixa PSD a oito pontos de distância



No próximo Domingo cada um de nós será chamado a exercer o seu dever cívico. Não devemos, nem podemos ficar indiferentes. Vote!..

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A participação portuguesa na Bienal de Arquitectura de São Paulo



Uma iniciativa inovadora promovida pelo comissário Manuel Graça Dias pois quis que, este ano, a participação portuguesa na Bienal de Arquitectura de São Paulo não se esgotasse na exposição. Por isso desafiou cinco ateliers de arquitectura a projectar escolas para cinco países africanos de expressão portuguesa.

O destaque particular ao Amigo Pedro Borges pela nomeação.

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Governo investe em colecção de arte internacional


foto Filipe Franco

Um pequeno grande passo - pleno de simbolismo - na formação do futuro da Arte Contemporânea nos Açores.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Jornalista vs Jornalista, num caso que vai dar muito que falar...

«(...) Aníbal Cavaco Silva, referência do PSD, ainda tem condições para continuar a ser o presidente de Portugal depois de causar uma trapalhada desta magnitude a dias das eleições?»
A ler a opinião (por inteiro) de Mário Crespo.

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Diários de Campanha








Lomba e Lombinha da Maia (S. Miguel) » Set'09 Nas estradas de São Miguel com a comitiva Melhor Autonomia rumo às Legislativas'09 do próximo domingo. Mais actualizações dentro de momentos...

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

António Pinto Ribeiro nomeado consultor da Presidência do Governo para as artes



António Pinto Ribeiro, personalidade reconhecida internacionalmente, ligada à actividade cultural, nomeadamente às artes plásticas e à criação contemporânea, vai assumir as funções de consultor para as artes da Presidência do Governo/Direcção Regional da Cultura, e de curador da colecção de arte contemporânea internacional dos Açores.

A colaboração de António Pinto Ribeiro tem em vista a consolidação da colecção, que se pretende baseada numa estratégia definida por critérios internacionais que, para além de incorporar os artistas plásticos açorianos, também propicie o enriquecimento do acervo através da incorporação de obras de artistas de outras partes do mundo, refere uma nota emitida pela Direcção Regional da Cultura, da Presidência do Governo.

A decisão tem em conta o reconhecimento de que o fomento da criação artística contemporânea e a introdução na Região de maior contacto com as novas correntes estéticas internacionais é condição indispensável para o desenvolvimento do tecido cultural açoriano, em coesão com o restante território nacional e com o panorama internacional.

O trabalho do reconhecido especialista vai também contribuir para a instalação, em 2012, na Ribeira Grande, do Centro de Arte Contemporânea, uma iniciativa da Presidência do Governo, que funcionará como centro de produção e interacção entre as várias expressões artísticas contemporâneas, onde será instalada a colecção de arte contemporânea da Região.

António Pinto Ribeiro é apresentado, nas novas funções, hoje, às 18 horas, em conferência de Imprensa a realizar no Núcleo de Arte Sacra (Igreja do Colégio), em Ponta Delgada.

Na ocasião, António Pinto Ribeiro fará uma conferência sob a temática da criação contemporânea, para a qual estão convidados os artistas plásticos e galeristas residentes em S. Miguel, bem como membros da comunidade cultural.


Via GaCS

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domingo, 20 de setembro de 2009

Reflexão sobre conceitos culturais *

A definição de cultura é uma tarefa quase impossível “…esgota-se a definir o seu próprio objecto”… Cultura funde-se com Civilização e, como tal, cultura significa, antropologicamente, um todo complexo que inclui a arte, a lei, os usos e costumes, o conhecimento, os credos, a moral, e todas as expressões civilizacionais da sociedade que expressem o modo de vida dos seus membros.

No sentido lato, a cultura abarca, portanto, na sua definição, todas as manifestações dos indivíduos e do colectivo que espelham o modo de vida da sociedade organizada e que constituem a sua marca identitária - a vivência na esfera pública e privada, as expressões urbanas e rurais, a alimentação, a agricultura, a economia, a organização no trabalho, as relações sociais e familiares, a educação e todas as formas de exercício do lazer e do entretenimento. Todas estas manifestações sociais são sinais culturais, sociologicamente, e incluem também aquelas às quais a palavra Cultura está academicamente associada – a literacia, a transmissão do saber e o conhecimento intelectual e artístico.

A conotação Cultura/Saber remonta a desde que o Homem assumiu a sua dimensão intelectual e reconheceu no Conhecimento a alavanca do desenvolvimento civilizacional. Quanto à associação Cultura/Sociedade, esta é produto das modernas Antropologia e Sociologia, nascidas em finais do século XIX e que sedimentam a abrangência da concepção de cultura ao espectro sociológico. Em qualquer delas porém, é inequívoca a sua transversalidade, a sua correlação inter-relacional e o sentido universal do conceito - aquele que define o homem na sua forma de estar no mundo e em tudo o que transporta com ele, de geração em geração.

Então, o que importa aqui reflectir? Sobre o perigo da generalização dos conceitos, da confusão da aplicação da palavra Cultura, umas vezes num sentido, outros noutro, indiscriminadamente, e sobretudo sobre a banalização do adjectivo “cultural”, cuja consequência é a indefinição objectiva do foco que importa relevar quando se fala em estratégias de desenvolvimento social através da cultura.

No sentido intrínseco, Cultura são as manifestações civilizacionais que constroem o acervo estrutural do pensamento, que se reflectem na consolidação de uma sociedade esclarecida e que são a alavanca para o desenvolvimento da sensibilidade, do saber e do conhecimento, condições estas indispensáveis para o avanço das mentalidades e, por consequência, para o avanço para uma sociedade melhor.

Sendo a cultura a preservação e a criação de valores, como e quem determina o que são os valores? A natureza do objecto de arte e de culto é a sua permanência e durabilidade – a sua imortalidade advém da sua revisitação permanente ao longo dos tempos e do reconhecimento que lhes é dado da sua função de alicerces para novas criações. Afinal, em última análise, são os próprios destinatários que se encarregam de o determinar.

Nos tempos de hoje, a “alta cultura” (assim chamada por ter tido origem nas classes então dominantes – o clero, a nobreza, a aristocracia, os intelectuais), por oposição à denominada “baixa cultura”, oriunda do povo com transmissão oral, são ambas património cultural intrínseco reconhecível e indissociável, e sabemos bem quanto ambas devem uma à outra, porque se alimentaram reciprocamente através dos séculos.

Entretanto, surge um 3º género cultural - um contributo da sociedade ocidental do século XX, aquela que inventou o entretenimento de massas, o showbiz mediático e o fast-food intelectual, que é aquele que introduz nesta equação novas inquietações. Este novo género cultural, chamado cultura recreativa de consumo de massas, essencialmente urbano, maioritariamente trivial e mediano, de satisfação imediata, que ocupa os horários nobres das televisões e as páginas “culturais “ dos jornais e revistas nacionais, é constituído pelo maior denominador comum de entre as expressões culturais da sociedade do nosso tempo e tende a ocupar o espaço de fruição cultural, em todas as faixas etárias, colocando a fasquia da exigência do receptor muito abaixo daquela que a tradição foi sabendo preservar e do que a criação intelectual conseguiu atingir.

A contaminação desta estética junto das populações é muito rápida e facilmente se introduz nos hábitos e na linguagem comunicacional. A maioria destas formas de entretenimento cultural são subprodutos de matrizes intemporais, mas a facilitação, quer da sua prática, quer da sua fruição, obriga a aligeirar a forma. Desta maneira, muitos mais a praticam e a consomem. Será esta uma consequência inevitável da democratização da cultura? Ou não será antes o caminho da dissolução da cultura no entretenimento?

E o dilema que a gestão cultural pública enfrenta é este: como determinar quais os valores que importa proteger, apoiar, financiar, se são nestes últimos que a maioria da população se revê? Pode-se e deve-se fazer uma “política de gosto”? Pode o decisor político orientar esteticamente (por via de financiamento) os caminhos do desenvolvimento cultural?

A justificação para o financiamento e subvenção da actividade cultural e artística pelo Governo/Autarquias assenta no princípio de que as artes e cultura são “bens meritórios”, que resultam em benefícios sociais, e que por isso, devem ser tutelados ou apoiados pelo sector publico para garantir a sua permanência. Como “bens meritórios”, as artes e cultura não têm um valor de mercado consentâneo com o seu valor intrínseco, na medida que nem todos os indivíduos avaliam correctamente os benefícios privados e sociais que deles decorrem (como na arte conceptual, plataforma de abertura às interrogações e que questionam permanentemente o adquirido) - nuns casos não participando nos seus custos mesmo que acessíveis, noutros por manifesta impossibilidade prática dado o seu elevado preço (como na ópera ou no cinema de autor ou ainda, como no caso açoriano, nos custos de descentralização destas e de outras formas de arte). Compete assim aos decisores públicos desenvolverem mecanismos que assegurem a difusão o mais alargada possível de bens e serviços meritórios, reconhecendo neles papel primordial na formação e valorização pessoal do indivíduo. Aquilo que beneficia a sociedade deixa de pertencer ao indivíduo – pertence a todos – na medida em que afecta e beneficia a comunidade. Nesse sentido, é justo que o colectivo (Estado) financie aquilo que beneficia o colectivo (Comunidade).

Portanto, o propósito múltiplo de salvaguardar a identidade nacional e regional, de colmatar as deficiências da economia de mercado no sector das artes e de garantir igualdade de oportunidade de acesso à vida cultural por parte de todos os cidadãos, levou a que o Governo/Autarquias passassem a cobrir desde as chamadas “alta e baixa culturas”, até à cultura de massas.

E é neste ponto que volto às interrogações: quando tudo está incluído na mesma categoria como Cultura – dos clássicos intemporais (eruditos ou tradicionais) ao rock e pop-rock mediáticos e ao cançonetismo popular, passando pelas orquestras ligeiras e cantores em play-back, do folclore para turistas às recriações históricas de rua, das expressões genuínas das nossas tradições aos desfiles etnográfico-turístico-religiosos de entretenimento colectivo, dos festivais de verão dedicados à juventude e das praticas recreativas amadoras às iniciativas profissionais institucionais - sempre com a comunicação social generalista a incluir tudo no mesmo pacote nos seus espaços culturais - , como fazer distinguir junto dos cidadãos o que é relevante para a percepção de uma estratégia de desenvolvimento cultural? E mais importante ainda, como fazer passar a mensagem aos destinatários de que nem tudo são “bens meritórios”, logo, subvencionáveis pelo erário público? E o derradeiro desafio: neste quadro, como explicar aos agentes culturais no sentido lato estas diferenças?

Em qualquer caso, a cultura vive da articulação entre o passado e o presente, entre o individual e o universal, entre a herança e o novo legado. Se é certo que julgo haver respostas para estas interrogações, deixo-as contudo aqui para reflexão, na certeza porém de que se há região no País onde estas questões importam, é aqui, nos Açores, onde os açorianos, historicamente, têm sabido encontrar sábias formas de contornar contaminações e de evitar atalhos para prosseguirem o seu caminho cultural em direcção ao futuro. Que assim continue. Apesar dos indícios.

Gabriela Canavilhas, directora regional da Cultura



* Este texto foi publicado, durante o último mês, em diversos jornais da região. Não obstante, reproduzo-o aqui (com autorização da autora) por achar pertinente a sua difusão e o cariz reflexivo que dele emana.

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sábado, 19 de setembro de 2009

Diários de Campanha









Mercado Agrícola - Santana & Ribeira Grande (S. Miguel) » Set'09 On the Road...

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Good news



Uma sondagem com Margens de Erro.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Stand-by



A minha colaboração com o Açoriano Oriental está suspensa até 11 de Outubro por decisão editorial. A mesma decorre da directiva 2/2009 da Entidade Reguladora da Comunicação Social, a qual não foi aplicada por todos os orgãos de comunicação (regionais ou nacionais), na medida em que é demasiado restritiva e na prática não garante a "igualdade de oportunidades" pelo simples facto da opinião político-partidária não estar vedada, apenas e somente, aos "candidatos". É uma opção do jornal que respeito mas com o qual não estou de acordo.

A este respeito partilho d'a opinião desta camarada.

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Quercus avalia peso ambiental da campanha eleitoral

Num trabalho conjunto com a RTP, será divulgado diariamente pela estação de televisão, durante o período oficial de campanha, o total de emissões poluentes (de dióxido de carbono) associadas às deslocações da caravana principal dos cinco partidos/coligações com representação parlamentar. Numa altura em que a preocupação com as alterações climáticas é grande, pretende-se pelo menos alertar para o peso em termos de emissões que um conjunto de viaturas tem, ao percorrer muitos quilómetros percorrendo o país. Será aliás apresentada a área de floresta autóctone portuguesa (montado de sobro) correspondente à compensação dessas emissões num período de 40 anos. Apesar da redução de emissões de gases com efeito de estufa ser mais importante que a sua compensação, esta última poderia ser voluntariamente efectuada pelos partidos/coligações.

Quanto aos Açores não sei se entram na avaliação mas seria interessante contar com essa contabilidade.

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Arquitecto José Manuel Fernandes em Ponta Delgada para debate-passeio

O candidato à Câmara Municipal de Ponta Delgada, Paulo Casaca, promove hoje, segunda-feira, 14 de Setembro, um debate em passeio pelas ruas e locais chave da cidade de Ponta Delgada, animado pelo arquitecto José Manuel Fernandes. O programa da visita pode ser consultado aqui.

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domingo, 13 de setembro de 2009

I Encontro de Dezedores de Poesia

Uma iniciativa que tem muito que se lhe diga. Os parabéns aos organizadores.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

BlogConf / Legislativas 2009 - Os Vídeos

1ª ronda de vídeos da BlogConf do passado dia 04.09.09 por ordem cronológica_





















A 2ª ronda dentro de momentos. Todos os vídeos podem ser consultados aqui.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

BlogConf / Açores / Legislativas'09 (online)

Para acompanhar mais de perto via Twitter X.

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Agente Laranja



Por regra sou avesso à dramatização excessiva.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

BlogConf / Açores / Legislativas 2009



O que é?
A BlogConf é uma blogo-conferência, ou conferência de bloggers, aberta aos social media e à comunicação social (e que aqui replica o modelo que tem sido utilizado em termos nacionais com os vários candidatos partidários às eleições legislativas de 2009).

Com quem?
Ricardo Rodrigues. Esta é a primeira BlogConf realizada nos Açores e irá reunir o cabeça de lista do Partido Socialista - Açores às eleições legistivas de 27 de Setembro com alguns bloggers açorianos.

Quando?
Sexta-feira, dia 04 de Setembro’09, pelas 18h00.

Onde?
Sede de campanha do PS - Legislativas 2009 - Melhor Autonomia, Melhor Portugal , no Solmar Avenida Center – 1º Andar, Lj 123a (T 296 628 303). A sala dispõe de acesso wireless.

Como?
O cabeça de lista do PS/A estará à disposição dos bloggers para uma conversa. Livre. Sem restrições. Cada blogger convidado disporá de 1 a 2 perguntas. Pode transmitir ao vivo, som e imagem, ou gravar. É livre.

Para as redes sociais estão reservadas 3 perguntas a enviar para o email acores2009@ps.pt

A BlogConf será gravada em vídeo para posterior disponibilização online, no endereço da PSA TV. Este encontro poderá ser igualmente seguido em directo via Twitter e aplicações conexas (Facebook, por exemplo).

Porquê?
Tal como foi referido, aquando da realização da 1ª BlogConf com o Engº José Sócrates a 27 de Julho’09 na Lisboa Factory, hoje em dia não podemos ignorar que a comunicação abriu-se aos meios sociais. Deste modo, faz todo o sentido que os candidatos a cargos públicos possam estar disponíveis, nesta e noutras redes, à população que, por esta via, os quer e pode questionar, informar-se e debater sem que para isso tenha de recorrer à intermediação dos meios de massas.

Bloggers convidados
:Ilhas (Carlos Rodrigues)
Ardemares (Francisco César)
Açores 2010 (Vitor Marques)
Entramula (Mário Roberto)
In Concreto (Tibério Dinis)
Máquina de Lavar (José Gonçalves)
O Espólio (Daniel de Sá)
Ponte Insular (Paulo Mendes)
Repórter X (Alexandre Pascoal)
Zirigundo (Hélder Blayer)

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Repórter Cidadão



A denúncia de situações públicas que requeiram a atenção das autoridades através da iniciativa da candidatura socialista à Câmara Municipal de Ponta Delgada.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Azores Islands Pro'09



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sábado, 22 de agosto de 2009

...



Este é, por regra que pretendo quebrar mas não sei quando, um dia estranho...

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu não sei o que é mas quero na mesma

A esta distância só 1 sorriso é possível perante esta notícia. A mania das grandezas e a ignorância são de facto atrevidas... Vou regressar a outras "leituras"...

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Leitura em férias



Um dos objectivos literários para os dias que se avizinham...

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

+++ discos +++ 1989



Passados vinte anos da edição de Ninety podemos afirmar que este já se constitui indubitavelmente como um clássico - com e/ou sem dança...

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sábado, 8 de agosto de 2009

Inauguração do Centro de Voluntários do Movimento “Sócrates 2009"



Os candidatos do PS pelo Círculo dos Açores às Eleições Legislativas vão inaugurar hoje, sábado, pelas 18h30 o Centro de Voluntários do Movimento “Sócrates 2009”, que se localiza na loja 123, A, do Solmar Avenida Center, na Avenida Infante D. Henrique, em Ponta Delgada.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Actos que fazem toda a “diferença”


[foto] Parque eólico de Torres do Canto, Pico | Portal das Energias Renováveis

O Verão nos Açores (em São Miguel, pelo menos!) não está para isso. São as mudanças climáticas, dizem-nos. Isto apesar da recusa de determinados “cépticos” perante os cenários “apocalípticos” de alguns - poucos, lunáticos e fanáticos - ambientalistas (!). É, digamos, uma avaliação “simplex” (sem nada de substantivo para discussão, ao contrário da medida propriamente dita).

Por estes dias a leitura é mais diversificada e no contacto imediato com o número estival da revista INTELLIGENT LIFE cheguei ao livro “Sustainable Energy - Without the Hot Air” de David J.C. MacKay, um físico de Cambridge que nos faz de forma escorreita, e rigorosa, uma abordagem à discussão emergente sobre a alternativa energética consubstanciada através das energias renováveis face à energia fóssil que hoje consumimos (e que muito tem contribuído para as mudanças climáticas induzidas, sobretudo através do aumento do nível de CO2 na atmosfera).

Através deste “olhar” é possível vislumbrarmos os números e os actos que fazem a “diferença”, na luta desigual contra o desperdício, e sobre o “papel” que cada um de nós tem nesta longa caminhada para a eficiência energética que é, ou será no futuro próximo, uma das “formas” mais rentáveis de energia renovável. Ao contrário do que se possa pensar, e fazer, David MacKay afirma que a tão propalada “máxima” - “Every little helps!”, é um mito. Pois, na sua perspectiva, “If everyone does a little, we’ll achieve only a little”. Basilar. E, a título de exemplo, dá-nos o da campanha em Inglaterra para desligar os carregadores de telemóveis, para demonstrar que não é por aqui que chegamos lá, ironizando que tal prática é, ou seria, o equivalente a “salvar o Titanic com uma colher de chá”. De qualquer modo, devemos sempre desligar todos os nossos aparelhos domésticos depois de utilizados e nunca permitir que fiquem em “standby”...

Nesta “urgência” em substituirmos as energias fósseis por renováveis o autor deixa-nos uma mensagem contundente e realista, isto porque, para mantermos os níveis actuais de consumo (leia-se conforto) dificilmente o faremos “somente” com energias verdes (e com isso não exclui o uso da energia nuclear). Uma pequena “provocação”. Apesar do carácter “informal” está por demais evidenciada a “urgência” da temática e a importância de agirmos “já”, na medida em que o tempo do “desenvolvimento sustentável” já era! Estaremos perante mais uma “verdade inconveniente”?!


* Publicado na edição de 04/08/09 do AO
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Publicidade enganosa



Quando o texto promocional convida a "saborear" «(...) um centro urbano vivo e pleno de charme (...)» será que se está a referir ao Centro Histórico de Ponta Delgada?! Se sim, então o porquê da campanha em curso...?! De igual modo, não reconheço o "balcão" em fundo nem a "modelo" que serve de entrada... Campanha publicitária?! Sim. Mas para servir que "propósitos" e que "clientes"?!

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A reboque

Depois da situação denunciada por Paulo Casaca a CMPDL anuncia que já tinha tudo previsto, pois claro!..

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A responsabilidade morre solteira







Segunda-feira de manhã quem circulava na Rua Guilherme Poças Falcão foi surpreendido com a antecipação do desvio, anteriormente sinalizado no cruzamento da Rua do Pedro Homem e de Santana, com outra indicação alternativa a - Rua de Água. O resultado (expectável!)? O caos. Foi necessário cerca de 30m para cumprir escassas centenas de metros. Tudo isto não teria acontecido caso se procedesse a uma sinalização preventiva a montante. Mas, à data, nada existia.

Hoje leio com alguma incredulidade que a CMPDL rejeita responsabilidades (rementendo a coisa para a publicação de um edital!). E, para além disso, verifico que o betão vai assumir o lugar anteriormente ocupado pela calçada para depois, entre a Rua da Boavista e o Museu, voltar a ser colocada calçada no pavimento (!). Não percebo a política que rege a betonização no centro histórico (ou a substituição da calçada por betão)... e tudo se resume ao argumento de que é um trabalho "fácil". A paciência para este desrespeito continuado pelos munícipes tem limites. Na perspectiva camarária isso não parece ser um problema e pelo meio a desresponsabilização também.


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terça-feira, 28 de julho de 2009

Dia Nacional da Conservação da Natureza



Hoje, simbolicamente, Paula Casaca visitou os Currais de Vinha do Pópulo. Uma área que importa preservar e requalificar.

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Government advice urges tweeting

"With more and more citizens using the internet it's important that, as part of its communications approach, the government develops its capability to use digital channels effectively and that includes social media tools such as Twitter."
E nós por cá?!

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domingo, 26 de julho de 2009

Há males que vêm por bem

Gripe justifica ausência de Manuela Ferreira Leite da "política folclórica" do Chão da Lagoa
A ausência permite que João Jardim brilhe com mais esplendor. O folclore é que mais ordena e os media agradecem. Mais logo teremos mais desenvolvimentos sobre as movimentações "comunistas" (ou serão cubanas?!).

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sábado, 25 de julho de 2009

"A Cultura tem que ser uma política transversal e de comprometimento"



Entrevista de José António Pinto Ribeiro, Ministro da Cultura, na hora da despedida. Fala quase em exclusivo de "rigor". Palavra cara ao meio cultural. A ler na edição de hoje do Público.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cultura, género maior


[foto] "Anagrama", 2009 | Daniel Oliveira

O índice de actividade cultural dita “erudita”, entre nós, tem estado “elevado”. Esse facto, graças à actividade programática, sobretudo, de privados e das instituições tuteladas pelo Governo Regional, faz com que Ponta Delgada se posicione a um nível equivalente ao de algumas cidades nacionais de média dimensão. Se por um lado é verdade que a actividade tem sido mais intensa, por outro, não é menos verdade que não é fácil ser-se actor, mesmo que secundário, neste filme.

As dificuldades financeiras inerentes ao sector, fruto das suas idiossincrasias e, sobretudo, da “escala” e dos “números” torna difícil a sustentabilidade de alguns projectos e iniciativas. Não obstante todas estas questões, o facto é que o apelo à criatividade e à dinamização cultural, por parte da Direcção Regional da Cultura, tem sido contínuo e sofreu, inclusive, um aumento orçamental. Em 2009 esse valor é superior em 2,6% relativamente a 2008, sendo que a Cultura nos Açores detém 2.03% do orçamento regional. O que não deixa de se constituir como um dado muito importante e que atesta o empenho governamental na promoção da Cultura dos Açores no Mundo (alguns exemplos desta dinâmica: representação na Arco, em Madrid; pavilhão na Feira do Livro de Lisboa e a representação da Azores Film Commission, no Festival de Cannes). Não posso, igualmente, deixar de referenciar algumas iniciativas recentes, de enorme relevância cultural, como o programa Câmara Clara dedicado aos Açores (emitido a 12.07.09 pela RTP2); o Ciclo de Cinema - Jazz no Colégio, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada; a exposição “Peças Soltas” de Ana Vieira, na Galeria Fonseca Macedo; o concerto magistral de Philippe Jaroussky, inserido na temporada MusicAtlântico, na Igreja do Colégio, ao qual ninguém ficou indiferente.

A “cultura erudita” pode, de facto, “acontecer em qualquer parte”, como referiu depreciativamente a presidente do município de Ponta Delgada, mas o facto “dela” acontecer entre nós, é algo que não deve, nem pode ser menosprezado, na medida em que a Cultura se consubstancia como um factor capital do nosso desenvolvimento. E talvez, por isso, este “género” seja considerado “menor”, por alguma oposição, sendo que é, muitas das vezes, omitido e minorado. Esse, felizmente, não é o entendimento da maioria.


* Publicado na edição de 21/07/09 do AO
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

+++ discos +++ 1989




Os Galaxie 500 são uma banda incontornável neste retorno a um passado recente, invariavelmente nostálgico e de carácter acentuado com o aproximar da época estival... On fire foi objecto de culto ouvido ininterruptamente em comunhão melancómica... I never thought that I would end up here

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Idade da Pedra



Um exercício jornalístico extemporâneo, sensacionalista e que denigre, pelos argumentos mais demagógicos, a actividade parlamentar nos Açores. Esta é uma situação, a meu ver, preocupante e que me leva a questionar o rigor, a ética e a isenção em que estão envoltos alguns orgãos de comunicação social regionais.

Noutro nível de discussão está a Twitica, lançada no início deste mês, e que é uma plataforma agregadora dos tweets dos deputados da Assembleia da República, sendo mesmo considerada "uma Assembleia da República em formato twitter".

Para quem está menos familiarizado com estas novas plataformas recomendo o visionamento da intervenção de Evan Willians, um dos co-fundadores do Twitter, numa das conferências TED. Uma ligação obtida via Manuel Sousa Lima.


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terça-feira, 21 de julho de 2009

A liberdade que se impõe


[foto] Mário Correia

O Parlamento Açoriano foi invadido na última sessão plenária por uma onda de choque que pretende colocar de "quarentena" a liberdade de expressão.

Insinuar que comentários, entenda-se, e não insultos (como têm sido amplamente difundidos pelos media), efectuados online em plenário são condenáveis e que o "transgressor" se escondia por detrás do teclado, sem fazer uso da palavra, são factos que não correspondem à verdade. Primeiro: as intervenções em plenário não são efectuadas em canal aberto e são determinadas pelo regimento, pelo tempo, bem como pela estratégia partidária, isto para clarificar a primeira falácia; segundo, os ditos comentários em nada atentaram contra o bom nome dos parlamentares "visados", apenas constituíram a minha interpretação dos acontecimentos, estando obviando os envolvidos no seu direito de discordar, como eu discordo da forma e do modo como foi exteriorizada a sua "indignação". Em plenário insinuar de forma depreciativa que alguém é "vendedor de ananases" (profissão meritória e que num dos "incidentes" foi utilizada em tom jocoso) é uma "boa prática". Comentar online, como o fiz, que tal referência é um "insulto" já não é. Bizarro, no mínimo. Nunca me escusei ao debate, outros há que ignoram alguns temas propostos e abandonam, sistematicamente, a sala por um café ou um cigarro (e com isto não quero atentar contra a liberdade individual de ninguém, em particular, quero aqui apenas representar o quão chocante é a "personificação" do "insulto" e o processo de "moralização" subsequente)... Adiante.

As novas tecnologias acarretam vantagens e desvantagens, é certo. Pressupor que a "solução" para determinados "abusos" reside na sua "delimitação" ou "controle" é algo que refuto liminarmente e com o qual não posso estar de acordo. Não considero que comentar em plenário - via Twitter ou qualquer outra plataforma - seja descabido, sendo que esta é uma forma de aproximação com os eleitores e é, a meu ver, perfeitamente coabitável com a actividade parlamentar, desde que efectuada com ponderação e bom senso. Neste sentido, qual será então a razão pela qual a Assembleia da República fez, no último debate da nação, convites a diversos Twitters para “comentarem” os trabalhos plenários em directo?! Alguém arrisca um comentário?!


* Publicado na edição de 14/07/09 do AO (revisto e aumentado)
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Boas práticas



O Seminário Internacional “Os Desafios da Inovação na Intervenção Social”, promovido pela AIPA, é uma prova de vitalidade da pró-actividade das Associações. Uma iniciativa "inesperada" que se constituiu como uma agradável surpresa e se relevou muito "produtiva".

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sábado, 18 de julho de 2009

(R)evoluções

"Este" tempo e o "próximo" passará, quase inevitavelmente, por um ecrã.

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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Temporada Musicatlântico' 09



Canta esta noite na Igreja do Colégio, em Ponta Delgada (domingo em Angra), o contra-tenor Philippe Jaroussky, acompanhado pelo Ensemble Arteserse, que se apresenta neste contexto pela 1ª vez em Portugal. É um dos nomes mais famosos e importantes da cena lírica barroca internacional, requisitado pelas principais salas e festivais do mundo. É, muito provavelmente, um dos acontecimentos musicais do ano nos Açores... Espero que o público compareça em grande número.

A entrada é livre e está sujeita aos lugares disponíveis. Por isso, o melhor será arrivar cedo...

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Reading, Writing and Blogging

Americans relying on Internet to fight tough times
Apenas mais um dado que comprova a importância consagrada à Internet como parceiro indispensável na emergência global e não apenas como factor de alienação juvenil. A futilidade para alguns revela-se crucial para outros.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Contradições e omissões



Alguns jornais e blogues endémicos ficaram muito indignados com o tratamento inusitado consignado aos Cavalos participantes no cortejo das Carvalhadas de São Pedro na Ribeira Grande. E o que disseram dos Bois das Festas do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada?! Alguém...?!

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Rigor


[foto] Rita Dourado

O apoio à cultura deve ser tido como algo legitimado e não como se de uma esmola se tratasse, como que a esconder uma posição de subserviência, perante a qual o destinatário da “oferenda” tem de retribuir através de uma “participação cívica”, que se revele descontextualizada e, sobretudo, forçada.

Vem isto a propósito dos apoios atribuídos pela CMPD aos agentes culturais do concelho, num total de 23, entre grupos folclóricos e bandas filarmónicas, no montante de 1.3 milhões de euros atribuídos ao longo dos últimos oito anos, o que é, verdade seja dita, muito pouco. Isto se comparado com os apoios executados anualmente pela Presidência do Governo/Direcção Regional da Cultura, num investimento de mais de 4 milhões de euros, numa aposta continuada a várias centenas de agentes culturais independentes e associativos nos Açores, dando, por essa via, lugar a uma estratégia fundamental para o enriquecimento cultural da Região e para a valorização do tecido social açoriano e aos quais é exigido o bom cumprimento dos objectivos a que se propõem.

A justificação camarária de que “sem o contributo dos agentes culturais Ponta Delgada não seria a mesma” é a prova flagrante da ineficácia do município. Isto porque parte significativa dos eventos promovidos pela gestão camarária peca por nivelar por baixo e reduzir-se a factores meramente populistas, sem um olhar qualitativo ou inovador.

Quando a assessoria camarária refere “falta de vontade e inércia” da Direcção Regional da Cultura e questiona em concreto o “papel social” do Museu Carlos Machado ignora, claramente, o facto de este ser uma instituição ímpar na cidade e o único museu da cidade (o que talvez não acontecesse caso fizesse parte da “tutela” camarária), cuja administração recente tem revelado um trabalho notável, quer seja na procura de novas formas de aproximação ao público, quer também na tentativa de conquista do mesmo. É disso exemplo o projecto Museu Móvel – símbolo do encontro que o Museu tem promovido com as populações da ilha, saindo dos muros do Convento que lhe servem de guarda. A demora das obras de requalificação, que decorrem a bom ritmo, não pode servir de argumento de laxismo. Sendo, ao contrário do que se pensa, sinónimo de rigor e de exigência.

PS: como nota de utilidade pública deixo aqui 2 horários de funcionamento que atestam a verdade que se impõe: Museu Carlos Machado 3ª a 6ª das 10h00/12h30 - 14h00/17h30 e sábados e domingos das 14h00/17h30 (encerra 2ªs e feriados) Centro Municipal de Cultura 2ª a 6ª das 08h30/12h30-13h30/16h30 (encerra sábados, domingos e feriados, informação obtida telefonicamente)


* Edição de 07/07/09 do AO
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domingo, 12 de julho de 2009

É o fim do Twitter

«O meu "até que enfim!" interior vai para esta boa notícia no PÚBLICO de ontem: "Parlamento dos Açores vai analisar uso do Twitter." Resta saber como o Twitter vai reagir. À hora de escrever esta crónica ainda estava a funcionar.

No entanto, a esta hora os americanos estão todos a dormir. Por outro lado, os Açores ficam mais perto dos Estados Unidos e têm um fuso horário que é só deles, graças ao qual gozam de mais uma hora de sono do que nós aqui no continente. Amanhã, por exemplo, nós temos de acordar às 7 para estar às 9 no trabalho mas os açorianos podem ficar na cama até às 8 - às quais, ardilosamente, chamam "7" para fingir que se levantam às mesmas horas do que nós.

Até queria escrever um tweet sobre isto, mas tenho medo de me antecipar às conclusões do Parlamento Açoriano. Sobretudo, tenho medo de um deputado que lá há. Foi ele que obrigou os colegas a reunirem-se de propósito para analisar o Twitter e, já que estão com a mão na massa sovada, "o uso das novas formas de comunicação".

Foi ele que gritou "Não fala mais no meu nome no Twitter!" e que quase ia batendo no pobre destemido que se atreveu. Deste posso dizer o nome, que ele não me bate: Alexandre Pascoal. Do outro é que está quieto.

Bem sei que isto aqui não é o Twitter mas nunca se sabe se o senhor se ofende. Esperemos pelas conclusões do Parlamento Açoriano antes de avançarmos: foi sempre um bom conselho para os precipitados.»
A ironia mordaz de Miguel Esteves Cardoso na sua crónica do Público.

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Liberdade de expressão q/b

Não deixa de ser curioso que sejam jornalistas (editoriais do DI e AO) a defender restrições à navegação online no plenário açoriano...

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Cartoon com crédito



Inspirada e sublime revelação de Mário Roberto na edição de hoje do AO.

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

O triunfo da imbecilidade

«(...) a cultura dominante que cada vez mais relativiza o essencial e se deleita com a imbecilidade. (...)»
Uma crónica para ler na integra.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Climate Change

Falta de água está a reduzir níveis de lagoas em São Miguel. Um assunto deveras preocupante!

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domingo, 5 de julho de 2009

Habitar Portugal - Ilhas



A edição "Habitar Portugal 2006-2008" distinguiu oito projectos de arquitectura nos Açores que se situam nas ilhas de S. Miguel (4), Pico (2) e Terceira (1). Fonte 2010.

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sábado, 4 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Boas notícias

António Pinto Ribeiro nomeado responsável pela linha estratégica presente e futura da Colecção de Arte Contemporânea dos Açores. Via Antena 1.

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Isenção ou Desresponsabilização?!

Rua da Boavista. Ponta Delgada. Jan/Fev'09 Para uma efectiva revitalização do património edificado do centro histórico de Pdl é necessário exigir mais do elenco camarário. Isentar não basta!

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Work in Progress

"We cannot be afraid of the future. And we must not be prisoners of the past. Don’t believe the misinformation out there that suggests there is somehow a contradiction between investing in clean energy and economic growth. It’s just not true."
A posição de Al Gore sobre a aprovação sobre da Lei do Clima nos EUA e a posição de Viriato Soromenho-Marques sobre a importância da mudança estratégica, em curso, e que muito contribuirá para o bom desenvolvimento das negociações globais em torno das alterações climáticas e do aquecimento global. Apesar das dificuldades inerentes, a todo este processo, acredito que há luz ao fundo do túnel ou, pelo menos, alguém acendeu a luz...

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ambientalistas aprovam passadiço na Lagoa do Fogo

Podemos e devemos discutir se concordamos ou não com a referida obra mas omitir e ignorar a opinião de quem é e está mais avalizado na região em termos ambientais é, no mínimo, uma "estranha expressão".

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domingo, 28 de junho de 2009

Uma nova cultura de mobilidade



A propósito da discussão na Assembleia Regional sobre a proposta do PS para implementar o “passe social” no transporte colectivo rodoviário de passageiros, nos Açores, assistiu-se a uma tentativa de relativizar aquilo que na essência é uma medida simples mas cuja aplicação irá ter um impacto significativo junto de quem anda diariamente de autocarro e que dele depende para “laborar”.

Aníbal Pires fala de “desinformação”, na sua crónica n’ A União, e em plenário insinuou “desonestidade” do Grupo Parlamentar do PS - talvez por isso terá votado favoravelmente a proposta (!). O PSD - vazio de conteúdo - absteve-se arrogantemente, como lhes convém. Os restantes partidos votaram, naturalmente, a favor. A implementação desta medida será seguida atenta e persistentemente pelo PS, pugnando, em defesa dos açorianos, que dela dependem, para que seja uma realidade a curto prazo. E para que, como referiu, e bem, o presidente do governo, há poucos dias, se crie “uma nova cultura de mobilidade, particularmente nos ambientes urbanos, onde a circulação a pé, de bicicleta, em transportes colectivos, ou o uso de motorizada ou ciclomotor, devem constituir alternativas atractivas”.

Em ilhas como as nossas bastará que se dê primazia ao planeamento urbano, e se abandone a irracionalidade desenfreada da especulação imobiliária, prevalecendo, em muitas das novas edificações da malha urbana, um alheamento em apetrechá-las de uma ligação à rede de transportes públicos, em detrimento do uso “preferencial” pelo automóvel, evidenciando-se, desta forma, uma ausência de “integração” na urbe, com a formação de “guetos”.

Ponta Delgada é disso exemplo e evidencia um claro desajustamento no uso dos transportes públicos, a que nem os Minibus escapam, na medida em que são ineficientes na forma como foram promovidos, ou seja, como alternativa ao trânsito automóvel do centro histórico da cidade. O carro prevalece e as políticas recentes apontam no sentido contrário daquilo que seria desejável. As intenções da Agenda 21, na construção de um desenvolvimento sustentável para Ponta Delgada, consubstanciam um exercício de cosmética, numa cidade que se expande em formato “sobredimensionado” e pejado de automóveis. É um caso flagrante de “habilidade social”. Ponta Delgada merece Viver Melhor.


* Edição de 23/06/09 do AO
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sábado, 27 de junho de 2009

A verdade da mentira

A crónica Rui Pedro Nascimento (RT de PQ). Coerência e pó-de-arroz q/b...

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Post-it



Inicio do prolongamento da Avenida Marginal de Ponta Delgada. Maio'09 Ao fim de 14 anos temos finalmente uma infra-estrutura com as condições técnicas exigidas pelas directivas comunitárias para o tratamento primário e secundário das águas residuais produzidas em Ponta Delgada. Mais vale tarde do que nunca. Convém, igualmente, não esquecer que o terreno nas imediações da recém inaugurada ETAR está ao abandono...E daí, talvez, não!

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

O exemplo Autoeuropa

«(...) Se não houver um verdadeiro sentido de responsabilidade colectiva estratégica à volta do novo paradigma de desenvolvimento para o futuro, tudo será posto em causa. Será acima de tudo o princípio de um fim que nunca pensámos poder vir a ter e que não se coaduna com a nossa vontade de mudança».
O desafio que se nos coloca a todos, país incluído, no curto prazo, e aqui evidenciado por Francisco Jaime Quesado (Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento), na sua crónica de ontem no Público.

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