Maia (S. Miguel) » Set'09 Esclarecimentos, música e animação na estrada com direito a alguns apontamentos curiosos...
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«(...) Aníbal Cavaco Silva, referência do PSD, ainda tem condições para continuar a ser o presidente de Portugal depois de causar uma trapalhada desta magnitude a dias das eleições?»A ler a opinião (por inteiro) de Mário Crespo.

«O presidente da Comissão Nacional do ICOMOS é muito crítico do urbanismo seguido em Portugal, que se reflectiu num grande crescimento dos subúrbios, que tornaram indispensável o automóvel, um modelo que está "condenado". "Vamos ter de regressar às cidades e aos transportes colectivos, com a reabilitação do já construído na ordem do dia"»Espero que esta mensagem chegue aos responsáveis da iniciativa... Não basta falar, importa que a obra seja consequente com aquilo que, aparentemente, se defende e, neste caso, promove.
"Aos casamentos e baptizados não se vai sem ser convidado, mas a todas as outras iniciativas, tais como funerais, missas do sétimo dia e campanhas eleitorais vai quem quer"A "analogia" evidenciada por MFL é, no mínimo, obtusa.
"With more and more citizens using the internet it's important that, as part of its communications approach, the government develops its capability to use digital channels effectively and that includes social media tools such as Twitter."E nós por cá?!
Gripe justifica ausência de Manuela Ferreira Leite da "política folclórica" do Chão da LagoaA ausência permite que João Jardim brilhe com mais esplendor. O folclore é que mais ordena e os media agradecem. Mais logo teremos mais desenvolvimentos sobre as movimentações "comunistas" (ou serão cubanas?!).
Americans relying on Internet to fight tough timesApenas mais um dado que comprova a importância consagrada à Internet como parceiro indispensável na emergência global e não apenas como factor de alienação juvenil. A futilidade para alguns revela-se crucial para outros.
«O meu "até que enfim!" interior vai para esta boa notícia no PÚBLICO de ontem: "Parlamento dos Açores vai analisar uso do Twitter." Resta saber como o Twitter vai reagir. À hora de escrever esta crónica ainda estava a funcionar.A ironia mordaz de Miguel Esteves Cardoso na sua crónica do Público.
No entanto, a esta hora os americanos estão todos a dormir. Por outro lado, os Açores ficam mais perto dos Estados Unidos e têm um fuso horário que é só deles, graças ao qual gozam de mais uma hora de sono do que nós aqui no continente. Amanhã, por exemplo, nós temos de acordar às 7 para estar às 9 no trabalho mas os açorianos podem ficar na cama até às 8 - às quais, ardilosamente, chamam "7" para fingir que se levantam às mesmas horas do que nós.
Até queria escrever um tweet sobre isto, mas tenho medo de me antecipar às conclusões do Parlamento Açoriano. Sobretudo, tenho medo de um deputado que lá há. Foi ele que obrigou os colegas a reunirem-se de propósito para analisar o Twitter e, já que estão com a mão na massa sovada, "o uso das novas formas de comunicação".
Foi ele que gritou "Não fala mais no meu nome no Twitter!" e que quase ia batendo no pobre destemido que se atreveu. Deste posso dizer o nome, que ele não me bate: Alexandre Pascoal. Do outro é que está quieto.
Bem sei que isto aqui não é o Twitter mas nunca se sabe se o senhor se ofende. Esperemos pelas conclusões do Parlamento Açoriano antes de avançarmos: foi sempre um bom conselho para os precipitados.»
«(...) a cultura dominante que cada vez mais relativiza o essencial e se deleita com a imbecilidade. (...)»Uma crónica para ler na integra.
"We cannot be afraid of the future. And we must not be prisoners of the past. Don’t believe the misinformation out there that suggests there is somehow a contradiction between investing in clean energy and economic growth. It’s just not true."A posição de Al Gore sobre a aprovação sobre da Lei do Clima nos EUA e a posição de Viriato Soromenho-Marques sobre a importância da mudança estratégica, em curso, e que muito contribuirá para o bom desenvolvimento das negociações globais em torno das alterações climáticas e do aquecimento global. Apesar das dificuldades inerentes, a todo este processo, acredito que há luz ao fundo do túnel ou, pelo menos, alguém acendeu a luz...

«(...) Se não houver um verdadeiro sentido de responsabilidade colectiva estratégica à volta do novo paradigma de desenvolvimento para o futuro, tudo será posto em causa. Será acima de tudo o princípio de um fim que nunca pensámos poder vir a ter e que não se coaduna com a nossa vontade de mudança».O desafio que se nos coloca a todos, país incluído, no curto prazo, e aqui evidenciado por Francisco Jaime Quesado (Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento), na sua crónica de ontem no Público.