domingo, 12 de setembro de 2010

Rentrée













Hoje no Pinhal da Paz a festa será grande.

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sábado, 11 de setembro de 2010

7 Maravilhas Naturais de Portugal @ Azores'10

Fotografia José Albergaria @ Lagoa do Fogo, ilha de São Miguel, Ago'10















Hoje em Ponta Delgada todos os caminhos vão dar, literalmente, às Portas do Mar.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

No bom caminho










«Com decisão positiva do Governo da República, tarifas promocionais de 100 euros seguem para Bruxelas» para apreciação da Comissão Europeia

Entrada linkada daqui.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

E Veneza aqui tão perto...



O filme Dharma Guns, do realizador J.F. Ossang, rodado quase inteiramente nos Açores, passa hoje na edição 67ª do Venice International Film Festival.

Um bom prenúncio para experiências futuras.

Aguardemos, agora, a exibição da prova material.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Green Islands



Investimento reprodutivo num futuro que se quer sustentável.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Elogios *

«(...) Ponta Delgada é uma cidade agradável que acolhe em si monumentos e museus merecedores de descoberta. Há ainda o jardim António Borges para passear, a marina para conviver, o mercado para comprar queijos, ananás e bolos lêvedos. Na Marginal fica a Livraria Solmar, onde pode manter dois dedos de conversa com José Carlos Frias. É o melhor livreiro dos Açores.»
Ainda não tinha lido. Mas agora compreendo o brilho da Helena...

* Com o suplemento Fugas no Público de 04 Set'10

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

It's a Go











O Governo Regional dos Açores autorizou a abertura do concurso público para a construção do Centro de Artes Contemporâneas, estimado em 14,8 milhões de euros.

O Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas estará apto para diferentes expressões artísticas, desde as artes plásticas ao audiovisual, passando pela dança, pelo teatro e pelas artes performativas. O governo de Carlos César pretende que fique aí sediada a colecção pública de referência de arte contemporânea, com uma dominante açoriana, mas não exclusivamente de criação local.

O novo centro de artes será instalado na antiga Fábrica do Álcool da Ribeira Grande. Lançado por Gabriela Canavilhas, ex-directora regional da Cultura dos Açores e actual ministra da Cultura, o projecto deste novo equipamento - baptizado como Arquipélago - é da autoria dos arquitectos João Mendes Ribeiro, Cristina Guedes e Vieira de Campos. Abrange a requalificação do actual edifício e a criação de três novos, destinados à colocação das obras que não estão em exposição, a oficinas/laboratórios e um pavilhão multiusos.

O 1º acto do futuro 'Arquipélago'. Hoje com o Público.

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domingo, 5 de setembro de 2010

A não perder

S/ Título, 1968

















«(...) Quase nada na obra de Ana Vieira nos é oferecido de mão estendida; quase tudo surge velado, quase tudo está por trás de uma porta, de uma parede, de um biombo ou das vidraças de uma janela; quase tudo se insinua como sombra ou reflexo especular, como projecção fugaz de luz, como mero recorte no espaço, como negativo e ausência; quase tudo é entrevisto, mais do que visto; quase tudo faz de nós "voyeurs", mais do que espectador. (...)» Vanessa Rato in Ípsilon de 13.08.10

Recta final da exposição antológica Entre Muros para visitar até 12 de Setembro no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada.

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sábado, 4 de setembro de 2010

More than Words

In Açoriano Oriental de 03.09.2010
















Ou como esta imagem vale mesmo mais do que 1000 palavras...

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Labjovem'10: na estrada...





















Para além do início das Comemorações do Centenário da República - nos Açores - arranca hoje a MOSTRA LABJOVEM 2010, assinalada pela presença dos projectos seleccionados no âmbito do LabJovem.

A mostra dará início às 21h, na Galeria Arco 8 (Sta. Clara/Ponta Delgada), e contará com a exposição dos projectos seleccionados das áreas de Vídeo, Design de Moda, Arquitectura, Design Gráfico, Fotografia e Ilustração+BD.

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Brand New

Fotografia Bernardo Rodrigues
















A 'Casa do Voo dos Pássaros' - um projecto do arquitecto micaelense Bernardo Rodrigues algures na costa norte da ilha de São Miguel - toma forma e ameaça 'voar'.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Tá mal

Prescreveram dívidas fiscais iguais a 5 vezes os cortes "indispensáveis" nas prestações de apoio ao mais pobres?
Na íntegra aqui.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O 'incendiário'



O Verão tem sido quente e o país continua a arder.

Apesar do combate árduo às chamas há sempre quem esteja disposto a atear o lume, ao alimentar ódios primários por enviesamento demagógico e populista.

O cenário é novo, a fo(´)rm(ul)a é a mesma.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Recolha [selectiva]

Rua do Perú, Ponta Delgada, 26 de Agosto'10













Este é o cenário pré e pós-férias no 'meu' ecoponto. O problema é 'antigo'. A resolução também. Mas sem uma recolha eficaz não há triagem que resista.

Apesar das conquistas recentes temos ainda um longo caminho a percorrer no que à recolha selectiva diz respeito. Bem como, na adesão das populações, no número e no formato dos ecopontos e na qualidade daquilo que é triado. Mas se quem faz a recolha não o faz com a regularidade que se exige - qual o garante do 'resultado final'?! Esta situação é desmobilizadora para quem tria?! Produzimos mais lixo em Agosto?! Há mais funcionários municipais de férias?! As pessoas gostam mais do azul?!

Esta problemática não é exclusiva das entidades oficiais, na medida em que o papel de cada um é fundamental para que o processo resulte. Temos todos de aprender a reduzir, cativar quem não separa o lixo em casa e exigir melhores serviços a quem faz a recolha dos resíduos urbanos.

Por estes dias tenho andado, literalmente, com o papel (e derivados) às costas...

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Por estes dias

Fotografia Jorge Góis









O Mundo na sua simplicidade.

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domingo, 15 de agosto de 2010

Adicionar aos Favoritos

 



















O mundo decadente do dr. Pacheco Pereira
O dr. Pacheco Pereira decidiu fazer na revista Sábado um conjunto de comentários sobre a criação artística contemporânea em Portugal. O teor dos comentários indicava essa obsessão que o político tem por controlar tudo o que aparece no espaço público e revelava nos mesmos comentários que o seu mundo de referências culturais para a arte é um mundo decadente. O dr. Pacheco Pereira, que é o político que mais espaço ocupa na comunicação social, tem um desejo incontido de querer arregimentar o país. O dr. Pacheco Pereira quer arregimentar a relação dos jornalistas com os políticos (lembramo-nos todos do triste episódio quando, enquanto líder da bancada do PSD, quis impor normas de acesso dos jornalistas aos deputados da AR), quer impor quais são os bons e os maus jornais, quer decidir quais as boas e as más notícias. No programa que tem na SIC, supostamente sobre comunicação social, é constrangedor ouvir o elevado número de lugares- comuns que profere sobre jornalismo, sem apresentar qualquer fundamentação teórica, quer dos cânones das ciências da comunicação, quer das teorias mais recentes sobre comunicação em espaço público. Muito recentemente, o dr. Pacheco Pereira achou que também tinha algo a dizer sobre como arregimentar as artes em Portugal, em particular sobre todas as actividades artísticas que não conhece. E porquê? Porque se considera a si próprio um legislador de poéticas possíveis e autor de expressões que acha que são de um enorme contributo para a vida intelectual portuguesa, como esse exemplo de uma finura invulgar que é a palavra "culturalês", que ele criou para aplicar à linguagem utilizada por artistas. E vai daí, e do lugar da sua decadência cultural, tratar de opinar sobre o discurso das artes performativas em Portugal.

Ao comentar como comentou um conjunto de grupos e de espectáculos o dr. Pacheco Pereira demonstrou o desconhecimento que manifesta em tudo o que diz respeito à cultura e à arte contemporâneas. Pese embora não ver os espectáculos sobre cujos anúncios e o conteúdo se pronuncia, e pese embora, como o afirmou, ver filmes em casa, em DVD, do mesmo modo que alguém pode dizer que viu a Gioconda num calendário, o dr. Pacheco desta vez decidiu investir contra os artistas portugueses, porque não entende como estes possam ser subsidiados pelo Estado e pelos contribuintes, quando ele acha ridícula a linguagem por estes utilizada. O dr. Pacheco Pereira, que parece desconhecer que nos países da União Europeia, no Canadá e nos EUA a maioria das actividades produtivas são subsidiadas das mais diversas formas: da agricultura à investigação científica. É um defensor dos mercados, desde que estes se comportem conforme ao seu mundo próprio, mas de facto nada sabe do mercado das artes, nem de subsídios como estratégias possíveis de criação na formação, nem de outras formas de investimento na criação de massa crítica. No seu mundo decadente os artistas e as personagens históricas nascem já como génios ou como personagens históricas, não experimentam, não falham, não erram, não persistem. A ignorância do dr. Pacheco Pereira é grande no que diz respeito às artes contemporâneas e à evolução que as suas múltiplas formas têm tomado desde as vanguardas da década de 1970. E por isso estranha que se conceba e realize um espectáculo para cinco pessoas. Há espectáculos para cinco, para um, para dez ou para centenas de espectadores e não é pela quantidade de público que se determina a sua qualidade, nem tão-pouco há uma relação directa entre custo e qualidade. O dr. Pacheco Pereira deveria saber que a arte exige um pensamento sofisticado e que, a pronunciar-se sobre ela, deveria ter estudado, visto, investigado. Talvez, se tivesse lido alguns textos de Hal Foster, Didier-Huberman, Jacques Rancière, Giorgio Agamben, Penny Phelan, Susan Foster, Homi K. Bhabha, André Lepecki, ou mesmo alguns de autores mais antigos, como algumas páginas de Crítica da Faculdade de Julgar, de Kant, no que diz respeito à autonomia da arte ou Organon de Brecht no que diz respeito aos heróis demasiado humanos, não tivesse proferido tão soberbas opiniões. Afinal, toda avaliação do dr. Pacheco Pereira sobre os artistas que fazem arte contemporânea baseia-se em provas, em argumentação? Não, é apenas a sua opinião.

Quero com isto dizer que todos os artistas portugueses são bons e o que fazem é excelente? Não. Há alguns muito pouco interessantes e há obras que muitas vezes nos levam a lamentar o tempo passado a contemplá-las. Mas o contrário também é verdadeiro e bastante mais frequente: há artistas contemporâneos em Portugal a criar obras fantásticas, que alargam o mundo, que alargam a nossa percepção do mundo e nos transformam. E tal como na investigação em todos os ramos das ciências, na criação artística existem falhas, cometem-se erros e há tempo perdido, mas isso faz parte da natureza da produção contemporânea.

Este tipo de artigos, como o do dr. Pacheco Pereira, não é inocente. Antes prepara e condiciona a opinião pública, que já muito facilmente considera como desperdício os subsídios concedidos aos artistas, apresentando-os como portadores de uma linguagem cifrada, inspirando-se e criando sobre coisas materiais do quotidiano e não bélicas, que é o que entusiasma o dr. Pacheco Pereira
. Mais uma vez, um pouco de estudo sobre a história da arte e ele perceberia que os quartos do hotel e o quotidiano de que falava o performer são matéria de trabalho artístico numa história que pode ser encontrada tanto em Bizâncio como nos infortúnios no cinema de Apiachtpong. Este tipo de artigos feitos a partir, de facto, de um lugar decadente, de um lugar sem esperança, são na sua falsa cautela com o erário público de uma enorme perversidade, pois servem de pretexto para retirar os subsídios aos artistas, porque supostamente o que estes produzem fica aquém dos mínimos. Será que o dr. Pacheco Pereira já se questionou se o que ganha, tal como os seus colegas deputados, e que representa duas vezes e meia mais do salário de um artista português das artes performativas a recibos verdes, pode parecer-nos excessivo, dado que aquilo que vemos produzir por si e pela grande maioria dos seus colegas nos parece ser absolutamente irrisório? Ao que nos é dado ver de fora da AR através dos jornais e da TV, porque havemos de continuar a subsidiar os senhores deputados que produzem pouco, que têm uma linguagem pobre, maioritariamente desprovidos de qualquer criatividade política? Não, não estamos já a diabolizar os políticos-deputados. Seria de uma enorme leviandade, pese embora que nos daria algum prazer imaginar que numa legislatura, apenas numa, como experiência, o orçamento da Assembleia da República fosse trocado pelo do Teatro S. Carlos e vice-versa.

Um dos problemas dos artistas portugueses é o de muitas vezes não saberem comunicar. Sim, deveriam saber escrever bom português como todos os cidadãos, mas não é isso que se espera deles: espera-se mais, espera-se que sejam capazes de transmitir a singularidade da sua obra, e para isso há especialistas que o fazem e bem mas... custa dinheiro. E portanto são eles que o fazem; mal sim, e às vezes com uma dose de ligeireza que não é correcta, mas que deriva da enorme instabilidade financeira em que vivem na maioria dos casos. Mas imaginemos que o dr. Pacheco Pereira, nas suas aulas de história política, queria explicar o Lago dos Cisnes aos seus estudantes. Se tem recursos financeiros para isso contrata uma companhia de ballet para que os estudantes possam ver a obra a que se refere. Se não tem tais recursos, será ele próprio a interpretar o papel do Príncipe Sigfried e a ter de executar os vários entrechats, pirouettes, grands jetés à frente dos seus estudantes. Não me parece que a solução fosse mais feliz e mais convincente que a prosa do Miguel Bonneville sobre a sua performance [na foto] e que foi o alvo da grande crítica e indignação do historiador.

Não vivera o dr. Pacheco Pereira no seu mundo decadente e politicamente autocentrado e deveria admitir a sua enorme ignorância em muitas matérias, e em arte em especial, e então talvez começar por estudar, ler e voltar a estudar e depois ver espectáculos, e cinema, e ouvir música numa sala de concertos, e gostar ou desgostar, entusiasmar-se ou angustiar-se, emocionar-se, se ainda for capaz, e admitir a estranheza ou exaltar-se com a beleza que pode emergir no mundo de hoje, e então pronunciar-se. De outro modo tudo não passará de uma visão decadente sobre o mundo, revelando uma obscenidade preconceituosa contra a produção artística contemporânea
.

Os bolds são meus... O artigo?! Sublinho-o na íntegra.

* António Pinto Ribeiro, Ensaísta e programador cultural
** Publicado na edição de 13 Ago'10 do Público

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Nas Flores

Fotografia Mário Nelson Medeiros









O Governo anunciou que vai avançar com o plano de ordenamento das bacias hidrográficas das lagoas: Branca, Negra, Funda, Comprida, Rasa, Lomba e Patos.

Mais um importante instrumento de salvaguarda ambiental que se exige e impõe.


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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Sei o que Fizeste no Verão Passado



O país 'arde'.
E o PR?! Nem "vê-lo". Esperem...
Afinal interrompeu...as férias.
Mas não falou à nação.
Ainda.
Aguardemos...pois, serenamente ou nem tanto.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

10 anos

João Decq na ArteLisboa'09















Pode até parecer pouco… Mas 10 anos na vida de uma galeria de arte, na periferia da periferia europeia, é um feito considerável.

A intenção dos seus proprietários, expressa na inauguração em 18 de Julho de 2000, foi a de disponibilizar aos artistas, de forma regular, um espaço adequado para a exposição das suas obras, e ao público, uma programação qualitativa e a oferta de condições propícias à fruição estética.

A "única galeria açoriana de arte contemporânea de perfil nacional" (Vanessa Rato, Público 26 Out’09) iniciou a sua actividade com um núcleo restrito de artistas, maioritariamente naturais dos Açores, mas, no decorrer destes 10 anos, que agora culminam, conseguiu ser um espaço atractivo para artistas nacionais e estrangeiros.

Para que tal tivesse acontecido, traçou, desde o início, uma linha programática consistente, exigente e atempada, com carácter anual. Coisa rara entre nós.
Esta prática possibilitou e possibilita a gestão eficaz da informação junto dos visitantes, a aproximação às comunidades educativas, a criação de uma "zona de conforto" junto de coleccionadores e no agenciamento das suas aquisições.

O primeiro acto público da nova Galeria aconteceu simbolicamente com "Os primeiros frutos", de Urbano, que marcou o "regresso à ilha" deste artista, depois de uma ingressão pela Slade School of Arts, de Londres, e pela Galeria 111, em Lisboa.

Este momento marcou o início de um percurso importante para a comunidade artística residente e fez com que houvesse um incremento no "mercado de arte" local, embora tenhamos de ter em conta a sua dimensão diminuta mas, ainda assim, interessante.
São vários os artistas que marcam o histórico destes 10 anos de actividade, dos quais gostaria de destacar: Ana Vieira, Augusto Alves da Silva, Bartolomeu dos Santos, Catarina Branco, João Decq, Maria José Cavaco, Pedro Cabrita Reis, Pedro Proença, Rui Chafes, Sandra Rocha, Sofia de Medeiros, Tomaz Borba Vieira, Victor Almeida, entre tantos outros.

Mas nem só de exposições vive o espaço da Galeria. No decorrer desta década, tem organizado um número significativo de actividades complementares, que funcionam como elemento formativo e informativo, bem como tem desenvolvido uma acção de relevo na captação e na fidelização de um público que se quer, e que é, nestes dias que correm, mais exigente.

Este espaço cultural tem cumprido uma verdadeira missão de serviço público na promoção dos seus artistas e da Região no exterior, por intermédio da participação em feiras nacionais e internacionais, com menção obrigatória para as presenças na "Arte Lisboa", bem como, em Espanha, nas feiras de Cáceres, Santander, Vigo, Valencia e Madrid, naquela que é a mais mediática feira ibérica e uma das mais reputadas a nível mundial - a "ARCO".

A Galeria Fonseca Macedo é um bom exemplo de uma entidade que soube capitalizar e potenciar os apoios institucionais que lhe foram atribuídos, utilizando-os em prol do aumento da sua notoriedade.

Esta estratégia tem produzido os seus frutos e tem vindo a colher uma atenção crescente de críticos de arte, galerias e coleccionadores internacionais, o que não deixa de ser apreciável, se considerarmos as cumplicidades do meio, as suas complexas regras de funcionamento e a incerteza, fruto da crise por que passa este mundo globalizado.

Pelo contributo e pela singularidade da actividade em questão, deve ser dado todo o estímulo e reconhecimento aos seus responsáveis, artistas, colaboradores e público, que fizeram desde espaço cultural um caso de sucesso. Os meus sinceros Parabéns!

Alexandre Pascoal
Julho 2010


* Adaptação do voto de congratulação efectuado a 15 de Julho’10 na ALRAA
** Publicado na edição de 29 Jul'10 do Açoriano Oriental

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Requiem

CPBC @ Teatro Micaelense, Dez'07 - Fotografia Fernando Resendes















Morreu o homem que iluminava os palcos portugueses
Estas últimas semanas têm sido particularmente negras para as artes e para o jornalismo.

Há pessoas que nos marcam por mais indelével que seja a sua passagem. Orlando Worm foi uma delas. Estivemos poucas vezes juntos mas em qualquer uma delas deixou ficar a sua marca de "(...) um ser humano raro, de um grande senhor", parafraseando Luís Miguel Cintra.

Tenho pena de não o ter conhecido melhor...

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Lido

«(...) "É irónico que o Google se tenha comovido quando foi censurado na China e depois censure vídeos que expõem um prisma criativo", acusa ela. "Vimos Saddam Hussein a ser enforcado. Vimos tropas do Sri Lanka a torturarem e a mutilarem pessoas em vídeos horrendos no YouTube. Mas, quando se trata de arte, censuram-na."»
Declarações contundentes de MIA no Y de 6ª feira passada, na antecipação da sua passagem (ontem) pelo palco do Sudoeste.

Artigo e suplemento já estavam na lista de espera para a leitura periódica.

No entanto, tenho que agradecer o alerta do Activismo.

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Regressos
















 No barómetro da blogosfera açorica há a registar 2 reincidências de vulto: o Entramula e Um Blog Tipo Assim.

Os votos para que este regresso ao convívio seja duradouro.

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A andar é que a gente se entende



Os percursos pedestres (www.trails-azores.com) são um dos produtos com maior notoriedade turística da Região.

Este é um trabalho em curso. E temos todos, ainda, muito por onde trilhar.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Viagens

















E que tal explorar os Açores & arredores a bordo do National Geographic Explorer?!

Tempting - é o que me apraz dizer.

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Online















O novo site do Programa “Estagiar” está no 'ar' desde as 00h00 de hoje, 01 de Agosto.

Neste espaço será possível a realização de candidaturas online ao Programa “Estagiar”, nas suas 3 vertentes  L, T e U. 

Para além do sítio, e das funcionalidades que ele comporta, existem novas regras no funcionamento dos programas de estágio promovidos pelo Governo.

Uma actualização que se impunha.

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Cine’Eco
















Em exibição até amanhã nas Portas do Mar, em Ponta Delgada.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sugestão da casa










O concerto do pianista Danilo Perez, esta noite no Teatro Micaelense, é um dos momentos altos da animação do Verão em São Miguel. Imperdível!

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Leitura recomendada

Foto Quando as Catedrais eram Brancas















«No contexto da morte do arquitecto açoriano Paulo Gouveia, o jornal Açoriano Oriental, em parceria com a revista de arquitectura A21, apresenta um conjunto de três textos, elaborados em Maio de 2010, que celebram a singularidade deste discreto autor. João Afonso, co-editor da revista, fala-nos sobre a obra de Paulo Gouveia, convida Kol de Carvalho a falar sobre o homem e o arquitecto, e convida Sérgio Fazenda Rodrigues a falar sobre uma recente visita aos seus dois museus na ilha do Pico. O conjunto destes três artigos visam um olhar sumário sobre alguém que, de forma única, deteve um lugar ímpar no panorama actual da arquitectura portuguesa».

Paulo Gouveia, o arquitecto discreto
João Afonso Arquitecto

PAULO GOUVEIA, arquitecto, O AUTOR
Kol Carvalho Arquitecto

Os Museus de Paulo Gouveia
Sérgio Fazenda Rodrigues Arquitecto

Para quem não deu conta da sua publicação no Açoriano Oriental (e na revista A21) fica aqui o destaque, mais que merecido, à obra de um filho da terra.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Curiosos nºs













«By the Numbers: How the Digital Revolution Changed Our World»

Em alguns casos as leituras são óbvias. Noutros, nem por isso. A 'revolução tecnológica', em curso, fez-nos lidar de forma diferente com hábitos institucionalizados e abdicar de uns tantos outros.

Como em quase tudo é preciso ter calma, ter a necessária prudência com os 'anúncios' deste novo mundo mas não ser, igualmente, demasiado previdente. Isto para não correr o risco de afogamento.

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domingo, 25 de julho de 2010

Intercâmbio












O presidente e uma delegação da ALRAA participam até 28 Jul'10 na NCSL - National Conference of State Legislatures em Louisville, nos Estados Unidos.

A extensa agenda de conferências teve hoje o seu início. Bons trabalhos!

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Boas notícias & práticas

Foto Francisco Botelho / Parque Eólico do Pico


















Foi dado, ontem, o 1º passo para a implementação do parque eólico da ilha de São Miguel, a concluir até final de 2011, e que permitirá assegurar cerca de 5% da produção eléctrica da ilha.

O Parque Eólico dos Graminhais, como foi designado, integrará 10 aerogeradores com 900 kW de potência unitária, permitindo uma produção eléctrica anual de 22 GWh, o que na prática significará uma poupança anual de 4521 toneladas de fuelóleo e uma redução de 13 mil toneladas na emissão de dióxido de carbono para a atmosfera.

O objectivo da EDA é que dentro de 4 anos 61% da energia, consumida em São Miguel, tenha origem em energias renováveis.

De destacar, ainda, que as questões levantadas pelas associações ambientalistas da Região foram tidas em linha de conta. Por esse facto, o Parque Eólico dos Graminhais será construído fora dos limites da Zona de Protecção Especial do Pico da Vara e que é, como todos sabemos, o habitat do Priolo, a única ave endémica da Região.

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Reciclar, mais e melhor









Foi ontem apresentado o 1º relatório com os resultados obtidos pelo Sistema Regional de Informação sobre Resíduos (SRIR).

Os Açores estão "acima daquilo que seria a meta expectável" na recolha de várias tipologias e menos bem noutras, como as pilhas e os acumuladores.

O trabalho desenvolvido tem produzido os seus resultados e o futuro passará, inevitavelmente, pela "intensificação da reciclagem" e pela "valorização energética". Mesmo assim, os Açores registam uma média per capita de retoma de resíduos de 42 quilos por habitante/ano, superior à média nacional, que é de 31 quilos por habitante/ano.

O contributo para a redução e para a racionalização dos resíduos urbanos é de todos e não apenas de 'alguns'. A tarefa não se afigura fácil e imediata. Mas o caminho é este e não há como evitá-lo.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas












A designação para o novo Centro Cultural, a erigir na Ribeira Grande, foi revelada sábado, no jantar que assinalou o décimo aniversário da Galeria Fonseca Macedo.

Após o discurso e a notícia gostaria de realçar 2 pontos que me parecem fundamentais no papel do futuro Arquipélago:

- o Centro será a sede da colecção pública de arte contemporânea
- a Colecção terá um enfoque de criação açoriana mas não será exclusivamente 'açoriana'

O projecto de arquitectura está finalizado e o lançamento do concurso para empreitada está previsto para breve, seguindo os trâmites normais neste tipo de obras públicas. Sendo que o 'tempo burocrático' nem sempre se coaduna com aquilo que gostaríamos que ele fosse.

Mais notícias para os 'próximos dias'.

* Imagem - é +

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

'sem dono'

«Foi notícia recente em vários órgãos de comunicação social, nomeadamente o jornal Açoriano Oriental, o deplorável estado em que se encontra o parque de Campismo das Sete Cidades. O presidente da Junta de Freguesia local admite a situação, mas recusa quaisquer responsabilidades. A propósito, diz mesmo lamentar que após tais notícias não tenha havido qualquer reacção, nomeadamente, por parte da Câmara Municipal, "e não vai ser a Junta a tratar do assunto pois não tem verbas para tal. E muito já fazemos nós!".»

O desabafo sobre o intolerável é, hoje, notícia no caderno de política do AO.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

PR-P-eC *




















3 meses depois parece que há, finalmente, uma solução para a derrocada que ocorreu num edifício do Largo 2 de Março. Do mal o menos. Mas, isso não iliba o facto de estarem sinalizados, pelo município, cerca de 150 imóveis, em estado de avançada degradação, no centro histórico de Ponta Delgada (informação veiculada na edição de hoje do AO).

A fazer , apenas e somente, nas medidas de isenção ao dispor daqueles que delas se possam 'socorrer', e tendo em linha de conta os tempos de contenção financeira de muitos dos proprietários afectados, o melhor é que não aconteça nenhuma réplica do 'sismo' que, neste momento, decorre de forma 'silenciosa' e à 'vista desarmada'. E perante a impotência da edilidade.

* Processo de Recuperação - Parcial - em Curso

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Jazz em Outubro



Foi ontem apresentado o cartaz do Angrajazz 2010. A organização mantém o nível programático a que nos tem habituado e este ano propõe mais uma fornada de propostas da linha da frente do jazz mundial, com destaque para o quarteto de Henri Texier.

O anúncio está feito, a música chega em Outubro.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Outras 'maravilhas'



quem ande indignado com o facto do espectáculo final das 7 Maravilhas Naturais de Portugal não se realizar, como inicialmente previsto, na Lagoa das Sete Cidades.

São os mesmos que se indignariam caso o espectáculo fosse possível naquele local, pondo em causa o equilibrio ambiental que se exige a um local protegido, e que está classificado como Reserva Natural.

Estranho é que 'ninguém' refira o desleixo e abandono que é dado, por exemplo, ao parque de campismo, situado numa das zonas mais emblemáticas do concelho de Ponta Delgada, da ilha de São Miguel e dos Açores.

Se a votação para as 7 Maravilhas terminasse hoje, as Sete Cidades a par com a Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico seriam, ambos, vencedores.

É por essa e por outras razões, talvez quiça e daí talvez não, que o nome da entidade responsável pelo parque de campismo esteja omissa na peça da RTP-A.

O que importa, como defendido, é que o espectáculo fosse realizado nos Açores. E isso está assegurado e deve ser potenciado como contributo para a projecção nacional e internacional dos Açores.

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domingo, 11 de julho de 2010

Summertime



Apeteceu-me recordar um êxito dos velhos tempos que por estes dias voltará a rodar para delícia de alguns...poucos.

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sábado, 10 de julho de 2010

De olhos postos no Mar









Billabong Azores Islands Pro, uma prova do calendário da ASP, começa, mais coisa menos coisa, daqui a um mês nas praias da Ribeira Grande, na costa norte da ilha de São Miguel.

Este tipo de eventos desportivos são, na minha perspectiva, uma aposta ganha e o modelo ideal para a promoção do arquipélago, como uma região de turismo sustentável.

No futuro temos de estar, mais do que estamos, de olhos postos no Mar.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Boas notícias

















Os Açores foram distiguidos com o prémio europeu Quality Coast, um galardão atribuído pela Coastal & Marine Union.

@ Fajã de São João, São Jorge © Jorge Góis.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Mundo 'real' vs Web










«This year Lift France with Fing will explore how the technologies and concepts of the web are changing the real world today and in the future. For the last 20 years, networked technologies have redistributed the power of imagining, evaluating, and acting. No frontier has remained fixed. No longer the world's factory, Asia has become a major source of innovation. Consumers have also become producers. The divisions between industries or disciplines are being redefined. This change extends far beyond the digital. It transforms manufacturing, learning, cities, public policy, perhaps even our own minds… The Web changes the world – But to what extent? With what limitations? How can it reach its full potential»

Uma conferência que serviu para discutir e colocar questões prementes sobre a mundialização que nos governa. E ainda para questionar o contributo do universo digital nas mudanças do real.

De destacar a participação do criativo açoriano Manuel Lima, um dos membros do painel 'Embracing Complexity'. A acompanhar com redobrado interesse.

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Para memória futura

O que lá vai, lá vai mas as festas continuam...

O modelo é diferente mas o princípio é, na essência, o mesmo. 

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Edição









A obra “Inventário do Património Imóvel da Ilha Graciosa” será editada até final do ano, em regime de co-edição entre a Direcção Regional da Cultura, o Instituto Açoriano de Cultura e a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa.

Um trabalho fundamental para o reconhecimento do que realmente somos por intermédio daquilo que construímos. E, por esta via, queremos conhecer, devemos preservar, divulgar e, sobretudo, potenciar e capitalizar em prol de um desenvolvimento sustentado do arquipélago.

Esta edição tem para mim, por razões mais ou menos óbvias, um significado particular. Aguardo impacientemente pelo seu lançamento.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Distinção















O Restaurante Paladares da Quinta, dos (N2X) Arquitectos foi distinguido no 7th Cycle of 20+10+X World Architecture Award, na categoria dos mais votados pelo público.

O projecto dos arquitectos portugueses foi seleccionado a partir de um universo de mil propostas enviadas entre 22 de Janeiro e 23 de Abril, das quais foram designados 30 vencedores e 22 citados "pelos seus méritos".

O prazo de candidaturas para a oitava ronda dos World Architecture Awards está já a decorrer e termina a 23 de Julho.

* Informação via OASRS

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sábado, 3 de julho de 2010

Palavra de ordem = Qualificar











Em Ponta Delgada foram hoje inauguradas as novas instalações da Rede Valorizar que visa, entre outros objectivos, assegurar uma oportunidade de qualificação e certificação de nível básico, secundário e profissional, reduzindo, assim, o défice de qualificação da população activa e elevando os níveis de certificação da população adulta.

Importa referir que o novo edifício é um imóvel de interesse arquitectónico, fica situado no centro histórico de Ponta Delgada e foi objecto de um apurado projecto de recuperação. Mais do que construir de novo é, cada vez mais premente, a reabilitação do importante património edificado que possuímos.

Um bem haja à SRTSS por estas 2 concretizações.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Inspirado nos Açores















Restaurante Japonês em Lisboa com peixe dos Açores, com destaque para o Atum, Lírio e Lula.

Podemos dizer que estamos perante uma homenagem e à prestação de um serviço público ao que de bom temos e se faz nestas Ilhas.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

The Azores - one of the world's most beautiful and unspoiled natural wonders



Este pode até ser um - título - superlativo mas não deixa de ser simpático ouvir o olhar daqueles que nos visitam.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

@ Horta














Conforme já havia sido noticiado é formalizado, na próxima 6ª feira, o auto de consignação da obra para a "Reabilitação da Casa Manuel de Arriaga".

Um projecto emblemático para o Faial e para o arquipélago, cuja execução, e subsequente conclusão, integra as comemorações oficiais, nos Açores, do Centenário da República.

* Devido à greve da SATA - Air Açores a assinatura decorreu a 06.07.2010

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Barracada


A propósito do 'Estádio do Mundial' instalado em pleno coração da cidade de Ponta Delgada, nas Portas da Cidade - no seu ponto mais emblemático (a continuar assim não sabemos) - há quem, justamente, se indigne e há, por outro lado, quem concorde com a iniciativa, pelo seu 'cariz popular'.

Os fins nem sempre justificam os meios. E animar o centro histórico é um desejo partilhado por todos, acredito. Questionar o que se faz é que não. Isso não é lá muito, vá lá, democrático, segundo a urdidura do município. São as "vozes do costume", dizem. Instalar um campo da bola, com bancada a condizer e um ecrã, do outro lado da rua, onde não faltam a máquina de cerveja e os respectivos matraquilhos. Isso sim. E até pode passar a ser tradição. Como outras manifestações que agora são e que antes, sabemos lá como e porquê, não eram mas que por artes, que só a animação sabe recriar, passaram a sê-lo.

Ali não, diria eu. Outros locais podiam acolher melhor a iniciativa sem manchar a paisagem. O Largo de São João, por exemplo, onde pouco ou nada lá a CMPD faz, o Campo Mártires da Pátria, como já li algures e que pouca visibilidade tem, o Campo de São Francisco, que pela adulteração a que foi sujeito não daria pela 'diferença' ou o requalificado Relvão. Mas não. Nas Portas da Cidade é que é. Se ao menos a estrutura de acolhimento tivesse sido edificada com alguma dignidade. Mas também não. O que lá está não honra a cidade e o Património que a sustenta. Acho até que a estátua de Gonçalo Velho está ali a mais. Mas isso pode ser apenas impressão minha. Ou má vontade nas aleivosias de outros.

Esta é mais uma prova de que a intenção era boa mas a fórmula encontrada não foi a melhor. Não assumir o 'desacerto' é caturrice. Tudo o resto é demagogia e populismo.

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Diving in Azores




«Diving with more than 20 Manta Rays "Mobula tarapacana" in Princess Alice Bank located in the North Atlantic Ocean in the Azores Islands, 45 Miles off Faial island.

Princess Alice is one of the top dives in the world for experienced divers. Although the specie of Manta is different from the one that can be found in famous places like Yap, Maldives or Socorro islands (Manta birostris) it is a dive that can easily be matched with these destinations to observe the gentle giants.

Princess Alice is a mountain that arises from more than 1000 meters depth until a minimum of 32 meters under the surface. It takes 3h30 to get there from Horta (Faial island). It is what we can call a real "Dive in the Big Blue".

The images where recorded in August 2009 during two dives with Dive Azores».

Via Best Travel Tips

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domingo, 27 de junho de 2010

Ministra da Cultura em entrevista ao Público















O financiamento não abunda e os cortes são inevitáveis. E na Cultura, em que os recursos são sempre mais que limitados, é natural que perdas orçamentais até 20% sejam, para os agentes culturais, um cenário 'dramático'.

A Ministra não põe o dedo na ferida e assume as dificuldades com a frontalidade que lhe reconheço. Mas mantém a sua aura 'optimista', quando diz que «(...) «(...) Não ganhamos nada com derrotismos e miserabilismos. (...)». Num país como Portugal, 'deprimido' há 500 anos, é bom saber que há quem esteja na disposição de contrariar esse desígnio nacional.

Para ler na íntegra.

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sábado, 26 de junho de 2010

Serviço Público

Pelo investimento continuado do Teatro Micaelense em mostrar o que mais ninguém mostra. E neste caso, em particular, por integrar quem geralmente fica de fora.

Participação de serviço público extensível, igualmente e merecidamente, ao autor do vídeo que aqui nos mostra aquilo que a maioria desconhece e que aqui faz o que outros deviam fazer...

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

@glastofest















Os Açores em Glastonbury através dos Blasted Mechanism (palco West Dance).

* Foto Google

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Consulta Pública - Indústrias Culturais e Criativas





Sessão 2 Ponta Delgada 24 Jun'10
Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada

Moderador Rui Jorge Cabral (jornalista)

21h00 DRC, Jorge Paulus Bruno
21h15 9500-Cineclube, João da Ponte
21h30 Escola de Novas Tecnologias dos Açores, João Lima
21h45 HDG-Açores, Miguel Borges Pombo

Perguntas em 'debate'_

- Como criar mais espaços e melhor apoio para a experimentação, a inovação e o espírito empresarial nas ICC? Mais particularmente, como melhorar o acesso aos serviços TIC em/para as actividades culturais e criativas e como melhorar a utilização dos seus conteúdos culturais? Como podem as TIC tornar-se forças motrizes para novos modelos de actividade em algumas ICC?
- Como promover parcerias entre as escolas de arte e design e as empresas, como forma de promover a incubação, a criação de novas empresas e o espírito empresarial, bem como o desenvolvimento de cibercompetências?
- Como pode a «tutoria por pares» nas ICC ser incentivada a nível da União Europeia?
- Como estimular o investimento privado e melhorar o acesso das ICC ao financiamento?
Existe valor acrescentado para que os instrumentos financeiros a nível da UE apoiem e complementem os esforços feitos aos níveis nacional e regional? Em caso afirmativo, como?
- Como melhorar o acesso ao investimento das empresas das ICC? Que medidas específicas podem ser tomadas e a que nível (regional, nacional, europeu)?
- Como reforçar a integração das ICC no desenvolvimento estratégico regional/local?
- Que ferramentas e que parcerias são necessárias para uma abordagem integrada?
- Quais os novos instrumentos que devem ser mobilizados para promover a diversidade cultural através da mobilidade das obras culturais e criativas, dos artistas e dos profissionais da cultura, dentro e fora da União Europeia? Em que medida podem a mobilidade virtual e o acesso em linha contribuir para esses objectivos?
- Que instrumentos devem ser previstos ou reforçados a nível da UE para promover a cooperação, o intercâmbio e as trocas comerciais entre as ICC da UE e os países terceiros?
- Como acelerar os efeitos positivos das ICC nas outras indústrias e na sociedade em geral? Como se podem desenvolver e pôr em prática mecanismos eficazes para essa divulgação de conhecimentos?
- Como promover «parcerias criativas» entre as ICC e os estabelecimentos de ensino/empresas/administrações públicas?
- Como apoiar uma melhor utilização dos actuais intermediários e o desenvolvimento de uma vasta gama de intermediários que actuem como interface entre as comunidades artísticas e criativas e as ICC, por um lado, e as instituições de ensino/empresas e órgãos da administração pública, por outro?


O LIVRO VERDE pode ser lido na íntegra aqui.

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