terça-feira, 27 de setembro de 2011

Chuva e ventos fortes afectam arquipélago
















Ontem e hoje no litoral de São Roque, próximo de Ponta Delgada.

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No melhor pano cai a nódoa

Público de 23.09.2011





















Há aqui qualquer coisa que me escapa. Se «ninguém está imune aos sacrifícios», isto significa exactamente o quê: que o PR é um nobody?!

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domingo, 25 de setembro de 2011

Leitura recomendada

«(...) Tenho a impressão que não aceitaria nenhum trabalho em que tivesse de dizer "não" às pessoas. A coisa mais importante num programador é essa capacidade. Seja ao melhor amigo ou à pessoa mais importante. Se aquilo não se encaixa no projecto, tem de ser recusado. (...)»
Jorge Salavisa em entrevista ao i.

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Leitura obrigatória






«(...) Os neoliberais pretendem desorganizar o Estado democrático através da inculcação na opinião pública da suposta necessidade de várias transições.
Primeira: da responsabilidade coletiva para a responsabilidade individual. Para os neoliberais, as expectativas da vida dos cidadãos derivam do que eles fazem por si e não do que a sociedade pode fazer por eles. Tem êxito na vida quem toma boas decisões ou tem sorte e fracassa quem toma más decisões ou tem pouca sorte. As condições diferenciadas do nascimento ou do país não devem ser significativamente alteradas pelo Estado. (...)» 
Publicado hoje com a Visão.

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pontos nos i's



As Regiões Autónomas não podem ser avaliadas da mesma forma. Se assim o for estaremos perante uma gravosa injustiça.

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domingo, 18 de setembro de 2011

Dias (quase) perfeitos

São Miguel, Açores, Setembro'11




















«(...) Assim aconselho os amantes e os apaixonados:a primeira coisa a reter, sejam quais forem as primeiras e segundas reacções das pessoas amadas, é que se está a espalhar e visitar uma sorte amorosa sobre elas. Não é uma questão de amor. É uma questão de tempo. Esperar e não reparar é fundamental. Para quem ama, amanhã, por muito improvável que seja, é melhor do que ontem. Mas hoje pode ser, quando se tem sorte, o dia perfeito
A seguir este e outros conselhos.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ideias aparentemente simples













«Porque continua a ser tão difícil fazer passar esta ideia simples de que o investimento na cultura fica muito mais barato do que o não-investimento? Talvez porque, a pretexto dos valores intrí­nsecos e da opacidade (verdadeira) da criação artística, o seu financiamento apareça como obscuro, por não ser comunicado, publicitado ou defendido com a clareza desejável para o comum cidadão contribuinte» 
 Nunca como hoje foi tão importante defender uma ideia simples como esta.

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Livro de Cabeceira





















«(...) Pascal tinha o sentido da ambiguidade: para ele o ser humano traz em si tanto o melhor como o pior. Não era o caso de Descartes. É preciso ser pascaliano.»
Edgar Morin in Como Viver em Tempo de Crise?

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A recomendar





















E a visitar até 21 Dez'11 no Núcleo de Sta. Bárbara do MCM.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

I Gotta Feeling



















Retirado daqui.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Eyes Wide Shut

A propósito de uma viagem e do silêncio ensurdecedor perante a morte anunciada da RTP/A.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Este Querido mês de Agosto

São Miguel, Açores, Agosto'11





















Chego ao fim d'este querido mês de Agosto com uma triste constatação: estive muito tempo fora de água e a maior parte do tempo mergulhado numa sauna.

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Para quem não leu





















Entrevista ao DN de 29 Ago'11.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Está dito

"Governo é como turma liceal de contabilidade aplicada"
É por estas e por outras que eu gosto desta mulher.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Leitura obrigatória

«(...) a vitalidade das redes, a sua construção permanente como um mapa sempre inacabado, sempre em conexão, modificável a cada momento com infinitas entradas e saídas, é a prova de que a actividade cultural "ao vivo" está em mudança permanente e exige dos Governos e das organizações uma forma de participar muito mais conforme às vontades e às propostas dos sectores culturais onde se incluem as comunidades científicas, artísticas e os trabalhadores culturais
Não é que seja nada propriamente novo mas a escrita de António Pinto Ribeiro funciona como síntese e como link para outras ligações.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Acredite se quiser *

«(...) A eliminação das "golden shares" a troco de nem um cêntimo não foi outra coisa senão uma escandalosa liberalidade ao capital privado. E não se diga que foi imposição da "troika" pois a "imposição" foi aceite, é bom não esquecê-lo, por PSD, CDS e PS e apesar de Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Irlanda, Grécia, Finlândia, Bélgica e Polónia continuarem a manter "golden shares" em empresas estratégicas (provavelmente terão é governos menos servis). (...)» 
A opinião de Manuel António Pina*, Prémio Camões 2011, toca na ferida e faz reflectir o estado da nossa indignação.

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domingo, 21 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PDL!

Ponta Delgada, Agosto'2011
















O 'vandalismo' - para que nos remete a foto - aplica-se à intervenção ou ao abandono a que está sujeito o centro histórico da maior cidade dos Açores?!

A resposta é, neste como noutros casos, simples.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sinalética (ou da falta dela)















Publicado na edição de 15 de Agosto do AO. O X já havia sinalizado a coisa a 12 de Julho.

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sábado, 13 de agosto de 2011

Uma identidade sem fronteiras *











«Um Estado, os seus governos ou as instâncias que o representam tendem ainda hoje como definição das suas políticas culturais ou da prossecução das mesmas a enunciar uma entidade homogénea, representativa do espaço geográfico que delimita o território nacional desse país e identitária do mesmo. Chamam-lhe a cultura portuguesa, ou a cultura espanhola, ou a uruguaia, etc. e reivindicam sempre para esta entidade a possibilidade de que a mesma tenha um tratamento especial porque é portadora de um projecto nacional visível além fronteiras. É uma atitude e um conceito anacrónico, mas que tem adeptos e porta-vozes nos mais insuspeitos representantes de modernidades políticas e económicas. (...)» 
Artigo de António Pinto Ribeiro no Ípsilon de 05 Ago'11.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

2 locais, 2 módulos e 1 passadeira


O Vice diz uma coisa, a Presidente diz outra. A conjuntura ditará outra, parece-me. No entanto, há uma dúvida que me assiste: se estamos a falar de um Museu com 2 módulos e com a possibilidade de implantá-lo em 2 locais distintos podíamos, quem sabe, efectuar uma ligação entre ambos os pólos por uma passadeira?! (aqui colocar um smiley)

Esta situação torna evidente a ânsia na justa contraposição e óbvia sobreposição com a razão. Entretanto pode ser que apareça outro local 'ideal'.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Uma “Europa” desnecessária

«(...) A culpa é da crise, argumentam os devotos. Será. Só que o Mercado Comum e sucedâneos também nasceram de uma crise, nomeadamente da necessidade da América de conter a URSS nas suas fronteiras e de não deixar que o comunismo alastrasse para Ocidente. Em última análise, a vontade e o poder económico e militar americano fi zeram a "Europa", como hoje o desinteresse e o declínio americano a desfazem. Para lá da ridícula pretensão de tornar a UE uma terceira potência mundial (ainda por cima desarmada) entre a América e a URSS, a verdade é que sem a força integradora da "guerra fria", a "Europa" não existiria. Com o colapso da URSS e do império soviético, essa força desapareceu e as velhas divisões do continente voltaram logo à superfície. A famigerada "falta de solidariedade" de que tanto se queixa Portugal não passa do regresso a uma história interrompida. Uma história em que a "Europa" já não é necessária

A leitura de Vasco Pulido Valente, no Público de 05 Agosto'11, não deixa de ter o seu quê de premonitório.

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domingo, 7 de agosto de 2011

Smells Like Teen Spirit




20 anos depois... o espírito da coisa passou a Deluxe.

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

E vão 2





















Depois de Antero o «Roteiro» de Nemésio.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Backup

Nos corredores da ALRAA, Horta, Julho'2011
















Imagem do final dos trabalhos da sessão plenária do passado mês de Julho. Hoje foi o meu último dia como deputado na legislatura 2008/2012. O tempo é/foi de backup.

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domingo, 31 de julho de 2011

sábado, 30 de julho de 2011

Intervenção no espaço público

Rua do Perú, Ponta Delgada, Julho'2011
















Nas próximas 2 semanas a arte urbana vai andar pelas ruas de Ponta Delgada. Como em quase tudo - há bom e mau graffiti. Nada tenho contra este tipo de intervenção no espaço urbano. No entanto, a fronteira é ténue entre aquilo que pode ser considerado arte e aquilo que não é nada. O Walk&Talk - Azores pretende desenvolver e dar a conhecer a 1ª perspectiva. A acompanhar.

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Alive and Kicking
















«(...) Ora, diziam as notícias (que não foram desmentidas) que a nova Presidente da Assembleia da República atribuiu ao Dr. Mota Amaral, na qualidade de ex-presidente do Parlamento, um gabinete, uma secretária, um BMW 320 e um motorista. 

Podemos extrapolar sobre o assunto o que quisermos, é claro, mas há duas conclusões a que chegamos rápido: a primeira é de que a Assembleia da República não aplica à própria instituição os cortes que na crise actual o Governo tem vindo a impor aos portugueses; a segunda é de que o Dr. Mota Amaral, sendo solidário com o Governo da República, não é solidário com os portugueses em geral nem com os açorianos em particular. (...)»  
 Leitura obrigatória para este artigo de Mariana Matos publicado, hoje, com o AO. Brilhante, como quase sempre.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

A propósito de "Uma Casa na Floresta"

Fotografia João Luis Albergaria















«(...) A escolha de uma casa no centro histórico de Ponta Delgada para realizar a instalação tem, segundo a autora, várias leituras. “Há um lado de cidadania de quem vê o centro da cidade despovoado, quando existem casas lindíssimas por ocupar" (...)»
 Uma iniciativa que reflecte, por intermédio da Cultura, a realidade que nos rodeia.

* Notícia publicada hoje com o AO

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domingo, 24 de julho de 2011

Mercury Rev




Passou um tanto ou quanto incompreendido à época mas ouvi-o até à exaustão. Hoje, disco & banda, são objecto de culto.

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sábado, 23 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Visita obrigatória

Fotografia AO















O jardim do Palácio de Sant’Ana vai estar aberto ao público do dia 20 de Julho até 20 de Setembro.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Futuro sustentável

Fotografia Pedro Caetano





















GPPS visitou, na passada semana, o futuro parque eólico do planalto do Graminhais, no Nordeste, para testemunhar o enorme esforço do arquipélago, no sentido de reduzir a dependência de energias de origem fóssil.

Em 2010 conseguiu-se 44% de produção de energia eléctrica com origem renovável em São Miguel e, este ano, até Maio e ainda sem o contributo deste novo parque eólico dos Graminhais, já se atingiu os 51%... Este valores colocam os Açores à frente (muito!) das metas comunitárias, com grandes ganhos ambientais e económicos.

Lá fora já se reconheceu este nosso esforço, por cá parece que ainda não.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

5



O Twitter faz cinco anos.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Em desactualização

Largo do Colégio, Ponta Delgada, Maio'11





















A sinalética da cidade de Ponta Delgada está desactualizada e, em alguns casos, danificada.

A informação que nelas consta não condiz, há muito, com a direcção apontada. E existem locais que pura e simplesmente não constam.

A Cultura é disso um bom (mau) exemplo!

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Rede de Centros de Interpretação Ambiental, Investimento Reprodutivo

Fotografia Fernando Guerra















A aposta do Governo dos Açores em dotar o arquipélago de uma Rede de Centros de Interpretação Ambiental revelou-se uma opção acertada.

Sustenta esta opção, por um lado o facto de 13% do território dos Açores ser composto por áreas classificadas. A Região detém, ainda, 23 Sítios de Interesse Comunitário, 17 dos quais marinhos, assim como 15 Zonas de Protecção Especial. Por outro lado, a preocupação em preservar a identidade e memória histórica das nossas populações, através da requalificação e reabilitação, devidamente adaptado às exigências actuais, de património edificado simbólico e importante da nossa Região.

O objectivo fundamental, desta Rede, passa pela educação e pela sensibilização dos jovens e da população, em geral, para as questões do Ambiente, ao mesmo tempo que serve para potenciar o chamado Turismo de Natureza.

Esta acção está consubstanciada no programa do X Governo Regional, no qual se prevê uma medida de concertação entre Cultura, Ambiente e Turismo, dando lugar a uma “tríade endógena”, designação utilizada numa intervenção anterior, cujas áreas de actuação estão intimamente ligadas e são, na sua essência, interdependentes.

A Rede Regional de Centros de Interpretação Ambiental dos Açores é parte integrante da Sociedade de Gestão Ambiental e Conservação da Natureza - Azorina, tutelada pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, e é, actualmente, constituída por 11 estruturas, distribuídas pelo Arquipélago. Da Rede e tendo em conta o todo regional, destaca-se: o Centro de Interpretação Ambiental e Cultural do Corvo; o Centro de Interpretação do Boqueirão nas Flores, reconhecido em diversas publicações nacionais e internacionais; o Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, no Faial, seleccionado como um dos 150 melhores projectos que ilustram o sucesso da aplicação dos co-financiamentos dos Fundos de Coesão. De momento, concorre para o prémio do Museu Europeu do Ano 2012 (EMYA); o Centro de Visitantes da Gruta das Torres, no Pico, o qual arrecadou o 1º lugar no Prémio Nacional Tektónica/Ordem dos Arquitectos, em 2009; o Centro de Interpretação da Fajã do Santo Cristo, em São Jorge; o Centro de Visitantes da Furna do Enxofre na Graciosa; o Centro de Monitorização e Investigação das Furnas em São Miguel, que recebeu recentemente o prémio internacional de Arquitectura de Pedra 2011, na cidade italiana de Verona, e foi referenciado em diversas revistas da especialidade, nomeadamente, na conceituada revista espanhola El Croquis; e o Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo em Santa Maria.

Para além dos exemplos referidos anteriormente, está em fase final de projecto o Centro de Interpretação Ambiental de Santa Bárbara, na ilha Terceira. Com a sua conclusão o arquipélago ficará dotado, em todas as ilhas, de infra-estruturas de interpretação ambiental, completando, deste modo, o âmbito regional desta rede.

Os projectos que a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar tem vindo a implementar são hoje objecto de referência e merecedores de atenção e destaque, não só pela função que desempenham e para a qual foram concebidos - lugares de divulgação de temas e questões ambientais dos Açores - mas também pela qualidade arquitectónica que edificaram ou, simplesmente, reconverteram. Valorizando, em alguns casos, património edificado associado a etapas económicas importantes que marcaram a história do arquipélago e que, deste modo, e pela sua reabilitação, passam a ser parte integrante do próximo futuro.

Os Centros de Interpretação Ambiental são espaços de memória, que relacionam o passado com o presente, funcionam como um veículo activo na difusão de conhecimento científico e constituem-se como elementos complementares no roteiro turístico e cultural de residentes e visitantes.

Na sua génese está a promoção do conhecimento do património natural das ilhas, de uma forma dinâmica, interactiva, com carácter educativo e científico, de modo a dar a conhecer e, a melhor compreender, as características geológicas e a nossa biodiversidade, através de uma profusa "viagem" aos Açores.

Ao contrário do que, às vezes, é veiculado por quem não sabe interpretar estes sinais, os investimentos de cariz ambiental e/ou culturais, com um forte pendor qualitativo arquitectónico associado, são uma necessidade e têm, pelos exemplos enunciados, comprovado a sua raiz reprodutiva, evidenciada pelo que mais importa: o número de visitantes.

Por aquilo que representam, pelas recentes distinções e pela transversalidade que proporcionam, na tríade já referida – Cultura, Ambiente e Turismo, é oportuno reflectir a repercussão destas obras que, implementadas pelo Governo dos Açores de responsabilidade Socialista, têm contribuído de forma sustentável para dar a conhecer, ao mundo, através de uma simbiose entre o passado e a contemporaneidade, uma dupla vertente do património dos Açores: o natural, e mais recentemente, o património construído.

* Publicado na edição de 10 Jul'11 do Açoriano Oriental
** Adaptado de uma intervenção na ALRAA (Julho'11)

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domingo, 10 de julho de 2011

Uma questão de
















Publicado hoje com o AO. Originado aqui.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Atenção, muita atenção















Retirado da edição de hoje do AO.

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Um homem de palavra



Diz que é o tal que cumpre com a palavra. O calendário não desculpa tudo.

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domingo, 3 de julho de 2011

Ride



Há 20 anos era mais ou menos isto.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A ler com muita atenção

«(...) Proceder à definição do modelo de privatização da ANA e à sua efectiva concretização, articulando-o com o modelo de privatização da TAP e ponderando a eventual transferência dos Aeroportos da Madeira e dos Açores para a competência das respectivas Regiões Autónomas; (...)» *

Esta e outras preciosidades no Programa do XIX Governo Constitucional. Mas há mais. O PS fará a análise, desta e de outras questões, no tempo próprio e com o sentido de responsabilidade que o país e a região merecem.

* Ops! Afinal temos errata.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

E as Low Cost, pá?!















A propósito das medidas excepcionais de contenção protagonizadas pelo novel PM - leia-se viagens em económica ao invés de executiva - é justo afirmar que o Estado deve ser o primeiro a dar o exemplo.

O que já não me parece razoável é a pompa e circunstância do anúncio, na medida em que o mesmo, tal como foi enunciado, assemelha-se a uma bóia de salvação para todas as maleitas em que o país está mergulhado. A fórmula tresanda a hipocrisia, é o que é!

A ânsia populista em 'ceder' à opinião pública, sedenta de medidas que vão ao encontro do 'fim' dos 'privilégios da classe política', colocou a nu a demagogia imediatista que irá ditar os tempos mais próximos.

A leitura e a amplificação simplista dos efeitos desta iniciativa são sol de pouca dura. E daí, perante tamanho embasbacamento colectivo, não sabemos...

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domingo, 26 de junho de 2011

MBV



Gostei e continuo a gostar de uma melodia que explicitamente não o é, nem pretende sê-lo (!), e que está mais próximo daquilo a que alguns denominam ruído.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Público & Privado


«(...) This erosion of anonymity is a product of pervasive social media services, cheap cellphone cameras, free photo and video Web hosts, and perhaps most important of all, a change in people’s views about what ought to be public and what ought to be private. Experts say that Web sites like Facebook, which require real identities and encourage the sharing of photographs and videos, have hastened this change. (...)» *
O resultado deste estado de coisas implica que «(...) we’re more known than ever before.» Os Prós & Contras desta aparente perda de anonimato estão no domínio da conjectura.

* Um artigo de Brian Stelter @ NYTimes a propósito do "kissing couple".

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Presidente a Presidente

Francisco Assis convidou César para presidente do PS
A acompanhar com natural atenção.

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terça-feira, 21 de junho de 2011

Um passo em falso?!




















Ou a nobreza de Passos?! Via S+V.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Lá está

Carlos César advoga maior controlo do património dos políticos

Quem disse que os políticos são todos iguais?! A bom entendedor, meia palavra basta.

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domingo, 19 de junho de 2011

Leisure

 

Lazer sem direito a folga e que este Agosto celebra 20 anos.

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Golpada

Campo de São Francisco, Ponta Delgada, Maio'2011
Durante os próximos 4 meses as "Noites de Verão", no Campo de São Francisco, ocultam o degredo a que - este espaço - está votado a maior parte do ano.

O início das hostilidades acontece esta noite. A música é boa mas não resolve a golpada do município em relação a um dos espaços mais simbólicos de Ponta Delgada.

A cidade e os munícipes merecem melhor!

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Apreensão













O próximo futuro...foi hoje assinado. Este é dos casos em que a imagem dispensa muitas palavras, aqui socorro-me apenas de 1 - apreensão.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dia dos Açores

Insígnia Autonómica de Valor












«(...) Não tememos, naturalmente, que a crise corroa a nossa identidade. Ela forjou-se precisamente na emergência de muitas crises pretéritas. À crise actual havemos de responder com pertinácia, engenho e teimosia, não esquecendo quem somos, nem a solidariedade devida ao país.  
Mas não podemos aceitar que a crise sirva de desculpa para retrocessos na marcha da Autonomia, recuos no caminho que esforçadamente trilhámos, machadada nos direitos que justa e tardiamente vimos reconhecidos. A nossa diferença impõe, bem como a nossa pequenez e relativa insignificância no peso das Contas Nacionais que não sirvamos de "exemplo pedagógico" para falsos corajosos, num aplicar cego de medidas que se querem gerais, sem cuidar de especificidades do que é diferente. É um risco que se corre quando ainda é a ignorância e o preconceito que guardam a "vinha" do Centralismo. ...)»
A (re)ler o discurso do Presidente da ALRAA a propósito do Dia da Região que este ano se realizou na Praia da Vitória (Terceira).

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sábado, 11 de junho de 2011

Este pássaro vai longe















Publicado esta semana com as tentações da Sábado. A seguir com atenção.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

70º Aniversário da RDP - Açores

No passado dia 28 de Maio comemoraram-se 70 anos sobre a inauguração do Emissor Regional dos Açores da, então, Emissora Nacional de Radiodifusão.  
Fundado a 28 de Maio de 1941, o antigo Emissor Regional dos Açores, mais tarde RDP/Açores, é hoje designado como Antena 1 - Açores.  
Esta efeméride foi marcada simbolicamente com a inauguração de uma exposição fotográfica com o registo de alguns momentos históricos do arranque da rádio pública no arquipélago, por exemplo, a implantação da primeira antena na Avenida Gaspar Frutuoso, inúmeras imagens de reportagens no exterior, os primeiros estúdios e de diversos equipamentos que marcaram estas décadas de serviço público.  
Foram, igualmente, recordados e homenageados alguns dos nomes que deram os primeiros passos da rádio nos Açores, muitas das vezes com meios precários mas com um generoso sentido de missão.
Paralelamente, decorreu no dia 28 de Maio uma emissão especial do programa Atlântida, dedicado às festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, e que serviu de mote para consubstanciar o espírito a que se presta o serviço público de rádio e televisão - unir todas as ilhas dos Açores e ligá-los ao Mundo.  
O serviço de rádio e televisão nos Açores é fundamental no atenuar das distâncias que separam as ilhas e como veículo privilegiado para ligar e mostrar o arquipélago às comunidades de emigrantes espalhadas pelo globo, com maior incidência para a América do Norte e no sul do Brasil.  
A tecnologia que está hoje à nossa disposição anula, em parte, estas distâncias, na medida em que a agenda política e social local está disponível em tempo real, independentemente do fuso horário em que nos encontremos.  
Mais do que nunca convém afirmar a importância deste serviço, numa altura em que o país enfrenta uma grave crise económica e com recursos financeiros condicionados, tornando difícil a necessária reconversão de equipamentos e instalações, para que os profissionais que lá desenvolvem a sua actividade o possam realizar da melhor forma possível, situação agravada com o fantasma da privatização da RTP no horizonte.  
Pelo contributo e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido até esta data e como estímulo, relativamente, ao futuro próximo, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista, propõe que a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, reunida em Plenário, aprove um voto de congratulação pela passagem do 70º Aniversário da RDP - Açores e dele dê conhecimento à administração a RTP, SA, e ao director do Centro Regional dos Açores.
Voto de congratulação apresentado hoje pelo GPPS na ALRAA.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

O lado negro da força













Este cenário é, no mínimo, terrifico e não augura nada de bom.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Defender os Açores
















A campanha eleitoral decorre sob a égide do acordo com a tríade - FMI, UE e BCE, mas há quem prometa o que não pode cumprir e, mesmo assim, ainda arrisque um pouco mais. Infelizmente, o período de pré-campanha esgotou, em parte, os argumentos que agora estão na rua. Mais do que as picardias político-partidárias, as pessoas desejam ser esclarecidas e, sobretudo, que os partidos se entendam em prol de um bem comum. Pois, sem isso, governar será insustentável, como já se comprovou.

Nos Açores, alguns partidos e candidatos andam desfocados do objecto desta eleição e convém relembrar, em particular ao PSD/A, que ainda estamos no ano da graça de 2011 e não em 2012, e que o que está em disputa é a eleição de 5 representantes dos Açores à Assembleia da República. Quando ouço falar em promoção dos produtos regionais, na atribuição de terras aos beneficiários do RSI, dos milhões associados ao projecto SCUT, do modelo de transportes inter-ilhas e de outras bizarrias que têm feito a agenda noticiosa desta campanha, parece-me que o único papel a que os candidatos da oposição se prestam é o de potenciarem o tempo de antena proporcionado pelo acto eleitoral para urdirem a crítica (re)corrente, e de âmbito local, ao Governo Regional.

Portugal vai a votos depois de toda a oposição ter chumbado o último PEC, forçando a demissão do Primeiro-Ministro, arrastando o país para uma crise política indesejada e para uma ‘inevitabilidade’: o recurso à ajuda externa, após um ataque especulativo dos mercados internacionais, por intermédio da subida vertiginosa dos juros associados à emissão de dívida soberana, tornando, ainda mais, incomportável o financiamento do país por esta via.

Ninguém assume que as coisas se tenham passado desta forma. E mais: ninguém assume que existe uma crise financeira internacional, que atinge a maioria dos países da Europa, colocando em sério risco o projecto europeu tal como foi concebido e como o conhecemos. Para alguns, a crise deve-se, não à falta de dinheiro, mas à forma como ele é gasto. Miguel Esteves Cardoso escreveu, por estes dias, no Público, algo que sintetiza e concretiza este ‘devir nacional’: «(…) O objectivo não é poupar ou ganhar dinheiro – é redistribuir o dinheiro que já temos, sabemos lá como, de uma maneira mais justa, inteligente e favorável à causa de cada um. Assim, sabendo empregá-lo, contornamos o facto desse dinheiro não existir. E vamos-nos distraindo e defendendo, pensando que o problema é não sabermos gastar melhor o dinheiro que não só não temos mas somos, cada vez mais, obrigados a comprar por um preço que não somos capazes de pagar».

Apesar da crise que perpassa tudo e todos acredito que, nos Açores, o Partido Socialista é o mais bem colocado para, legitimamente, defender os interesses do arquipélago em Lisboa, como o tem feito até aqui, com os bons resultados que se conhecem. Os tempos não estão para líderes ‘sem espinha’ e que tacticamente mudam de opinião entre o soundbite da manhã e o discurso da noite.

Parafraseando Albert Einstein, “o único lugar em que o sucesso aparece antes do trabalho é no dicionário”. A mensagem vai directa para quem, em Lisboa, nada tem feito pelo arquipélago e apenas se submete aos passos do partido. Por isso, e mais do que nunca, justifica-se, no próximo dia 5 de Junho, premiar o Partido Socialista por, incondicionalmente, Defender os Açores.

* Publicado na edição de 01 Jun'11 do Açoriano Oriental
 
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terça-feira, 31 de maio de 2011

@ Nordeste















A protecção social foi hoje eleita como 'marca' da campanha socialista no concelho do Nordeste (ilha de São Miguel).

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sócrates recebe apoio de agentes da cultura















A defender o que para uns não é (nunca foi e será) prioritário.

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sábado, 28 de maio de 2011

Desculpe, importa-se de repetir?!

Carapacho, ilha Graciosa
















Declarações de Berta Cabral:
«A presidente do PSD/Açores criticou hoje o facto de as termas do Carapacho, na ilha Graciosa, “se encontrarem ainda em fase de obra, e fechadas, quando estamos em pleno Verão”, sendo “de estranhar que investimentos tão avultados e importantes não tenham sido bem planeados”, numa situação que se estende “a outras estruturas da ilha, que têm obras ainda a decorrer, para reparar erros de projecto”, declarou.
Concretamente sobre as termas do Carapacho, Berta Cabral reiterou que “deveriam funcionar como uma âncora para o turismo local, inserindo-se numa estratégia de turismo de saúde e bem estar, uma aposta que se estende a outras ilhas mas que tem particularidades aqui na Graciosa, pelo que é urgente que abram e sejam postas à exploração estruturas deste género, mas a tempo e horas e não quando estamos a mais de meio do Verão”, explicou.»
Declarações do deputado João Bruto da Costa:
«(...) Nesta obra de ampliação das termas do Carapacho, o Governo decidiu, e bem, avançar com a protecção costeira e arranjos na Zona Balnear.
Mas se decidiu bem, pior o executou!
A obra que está a ser executada nas piscinas do Carapacho, a ficar como está, é lastimável, é uma asneira, para dizer o mínimo.
É a completa descaracterização daquele local, sem ganhos que o justifiquem!»
Declarações de Mota Amaral:
«(...) O social-democrata realçou "a grande importância do termalismo no desenvolvimento do turismo nos Açores", elogiando "os passos positivos, que estão a ser dados para transformar uma especialidade das nossas ilhas numa fonte de bem-estar para as suas populações, mas também aproveitando a variedade de ofertas que são um atractivo para quem nos visita", explicou.
O candidato do PSD viu, "com satisfação, que a forma de aproveitamento destes recursos naturais está, de facto, a ser bem integrada na nossa oferta turística, uma realidade que se tem verificado", avançou.»
A cegueira partidária e a necessidade de aparecer dão nisto. Como se tem visto e ouvido esta campanha eleitoral do PSD/A é uma enorme manta de retalhos.

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Orientação precisa-se







Retirado daqui.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Who ever said that wisdom rules the world?

«(...) After the creation of the euro in 1999, European nations that had previously been considered risky, and that therefore faced limits on the amount they could borrow, began experiencing huge inflows of capital. After all, investors apparently thought, Greece/Portugal/Ireland/Spain were members of a European monetary union, so what could go wrong?  
The answer to that question is now, of course, painfully apparent. Greece’s government, finding itself able to borrow at rates only slightly higher than those facing Germany, took on far too much debt. The governments of Ireland and Spain didn’t (Portugal is somewhere in between) — but their banks did, and when the bubble burst, taxpayers found themselves on the hook for bank debts. The problem was made worse by the fact that the 1999-2007 boom left prices and costs in the debtor nations far out of line with those of their neighbors. (...)»
Leitura obrigatória e sábia de Paul Krugman, no NY Times e no i na versão portuguesa, para o posicionamento das instâncias bancárias europeias perante a crise económica que assola a Europa.

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terça-feira, 24 de maio de 2011

@ Dezeen

Fotografias Iwan Baan














A reportagem completa em full colour @ Dezeen.

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