A ler.
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Para que se pasmem
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Para que se pasmem os que conhecem Amsterdam e agora estão longe.
Há 26 minutos
«(...) A introdução dos Passes Sociais em S. Miguel e Terceira estão a ter uma boa adesão por parte das pessoas, principalmente na modalidade de “Passe 30 Dias”, com vantagens económicas para os utentes, pois os passes sociais representam descontos de 30 a 50 por cento e tem viagens ilimitadas por mês, assim como o novo passe social, o “Passe Desempregado”, destinado a desempregados e o Passe para a 3ª Idade (Pensionista e Invalidez) que beneficiam de um adicional de 25 por cento. (...)»Aproveito esta notícia para sinalizar a proposta inicial.
«(...) Se Mega Ferreira, nos dois mandatos à frente da instituição, deu «provas de brilho, criatividade e responsabilidade no cumprimento da missão que lhe foi incumbida», porque razão sai agora, quando por lei ainda podia ficar à frente do CCB durante mais três anos? Não se entende. Ou melhor, percebe-se uma coisa muito simples: sem pôr em causa as qualidades de Graça Moura e a sua grande experiência em cargos desta magnitude, há aqui claramente uma mudança de azimute político. Onde estava um intelectual mais ou menos alinhado com o PS, passa a estar um intelectual ostensivamente alinhado com o PSD. Numa altura em que assistimos ao verdadeiro assalto da EDP e outras empresas de forte participação estatal, por parte dos boys e girls laranjinhas (mais uns quantos centristas), a nomeação de Vasco Graça Moura para o CCB vai parecer mais do mesmo».A objectividade do Bibliotecário.
«O PS e o governo mantêm o PSD e a sua líder debaixo de um ataque permanente, muitas vezes excessivo e pessoal, para alijar as suas responsabilidades e disfarçar a crise económica e social para onde conduziram os Açores»Há quem ande tão deslumbrado consigo próprio que não consegue - sequer - ler o que diz.
«O Ministério da Cultura reduzido a Secretaria de Estado; um corte de quase um terço no orçamento da Cultura; os organismos de produção artística do sector público amalgamados num monstro ingerível; os concursos para apoio à produção de Cinema suspensos; cortes unilaterais de 30% nos subsídios já contratualizados com os produtores artísticos; extinção dos cargos de Portugal junto da UNESCO e de pre...sidente da Comissão Nacional da UNESCO; e agora a agência noticiosa do Estado a suprimir a secção de Cultura. O que esta gente tem pela Cultura já não é só desprezo, é uma espécie de alergia militante que ora inspira alguma repulsa ou, noutra óptica, pode até despertar uma certa comiseração, porque revela sobretudo um primarismo e uma grosseria essencial confrangedores. Mais do que uma visão cultural de Direita, que em si mesma teria uma legitimidade própria, esta gente faz gala de ostentar uma rejeição liminar da dignidade da Cultura, a lembrar a frase célebre do general franquista Millán Astray: "Morra a Inteligência! Viva a Morte!"»Uma entrada de Rui Vieira Nery a propósito do encerramento da secção de cultura da LUSA.
«As nomeações para a EDP são um mimo. Catroga, Cardona, Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo... isto não é uma lista de órgãos societários, é a lista de agradecimentos de Passos Coelho. O impudor é tão óbvio nas nomeações políticas que nem se repara que até o antigo patrão de Passos, Ilídio Pinho, foi contratado. (...)»A ler até ao fim.
«A nossa preocupação não é levar para o Governo amigos, colegas ou parentes, mas sim os mais competentes. Isto não é desconfiança sobre o partido, mas sim a confiança que o partido pode dar à sociedade»As nomeações para o conselho geral e de supervisão da EDP dizem-nos exactamente o contrário.
«Madeira: Secretário do Plano lamenta que Governo não tenha assumido cinco por cento de IRS destinado aos municípios»A Região perdeu 5.6 milhões de euros e há quem se regozije por isso.
«Passos Coelho sugere a emigração a professores desempregados»Desejos de boas festas antecipados?! Passamos da Indignação à resignação...simplesmente Inacreditável!
«(...) Sou capaz de respirar fundo quando pela milionésima vez se ceder às chantagens e desmandos de Alberto João Jardim, achar que os onze grupos de trabalho criados em dez semanas de governação são mesmo necessários - sobretudo os três dedicados ao futebol - ou engolir em seco ao ouvir o ministro para tudo e mais alguma coisa, Miguel Relvas dizer que vai antecipar o pagamento das dívidas da RTP para a poder entregar de boa saúde, sem ónus ou encargos, às dezenas de empresas que, com certeza, acorrerão ao concurso de privatização. (...)»Esta crónica tem 3 meses mas continua actualíssima. A ler, por favor!
A Assembleia dos Açores gasta cinco vezes menos do que a ALM, nas subvenções aos partidos. A referência foi feita por Carlos Pereira (PS) que defende uma redução.E sobre esta e outras matérias o que dizem Marcelos, Mendes e Passos?!
«Para o PSD, repito, é tudo um fingimento. Veja-se o caso da sua proposta de redução em 50% de custos associados à realização de estudos pela administração. Tomemos nota: só nos últimos cinco meses, o PSD começou por anunciar a necessidade de criação de um centro para estudos de suporte a medidas de inovação curricular no ensino; a propósito das finanças regionais propôs uma unidade técnica para elaborar estudos; poucos dias volvidos, volta a criticar decisões de governo que, segundo diz, foram tomadas sem os estudos necessários; a seguir fala de quotas leiteiras e logo reclama um estudo sobre o impacto da sua abolição; antes, já tinha defendido a proibição da venda de sementes transgénicas nas ilhas enquanto faltarem estudos; discute a localização em parqueamento da frota dos aviões da SATA e pede de novo um estudo sobre o assunto; analisa o problema de uma ruptura de água em Angra do Heroísmo e protesta por não terem sido realizados estudos técnicos em quantidade; ouve falar da reutilização de resíduos e faz de imediato um requerimento ao governo exigindo estudos sobre a utilização da biomassa nos Açores; fala de transportes marítimos de passageiros e logo anuncia mais um estudo para um novo modelo; na semana seguinte, quer o estudo das qualidades do leite na Região; pouco tempo antes tinha exigido um estudo sobre a situação da maternidade na adolescência; nesta própria Assembleia está pendente a apreciação de mais uma proposta do PSD para que o Governo elabore um estudo sobre o “bullying” nas escolas. Tudo isso em apenas cento e cinquenta dias, e diz, agora, com o maior desplante, para constar, que quer reduzir para metade o custo da realização de estudos. Tudo, como se demonstra, um fingimento!»Intervenção do Presidente do Governo no encerramento dos debates do Plano e Orçamento.