Para que se pasmem
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Para que se pasmem os que conhecem Amsterdam e agora estão longe.
Há 15 minutos
«(...) Guilherme d’Oliveira Martins, em declarações este fim-de-semana, afirmou que a Europa vive tempos de perversão, na medida em que as entidades e os países “salvadores” das economias periféricas são os próprios a garrotear a saída para uma situação que ajudaram a criar. Na opinião do presidente do Tribunal Constitucional este ‘modus operandi’ deixa o mundo “às avessas”. Perverso e perigoso, acrescento eu.»
«(...) Este orçamento é um nado-morto, que será alvo de remendos ao longo do ano. É um orçamento contra os contribuintes, que estimula a economia paralela, a fuga e a evasão fiscal devido à injustissima carga fiscal que lança sobre os contribuintes. É um orçamento contra a economia. E é um orçamento estúpido porque nos conduz a um abismo económico - mas apesar dos avisos e dos alertas, insiste em caminhar nesse sentido. (...)Para ler íntegra.
Jardim vai manter salário de presidente do Governo da Madeira e subvenção vitalíciaSe dúvidas existissem sobre as veleidades deste Governo da República esta excepção é suficientemente esclarecedora.
Bruxelas vê riscos nas metas do défice deste ano e do próximo
"Quando o crescimento económico de um país abranda, a política correcta é precisamente deixar que a receita fiscal baixe automaticamente e não cortar na despesa pública. (...) Se quando um país é atingido por uma crise económica se cortasse a despesa pública, a crise ainda se agravava mais. É por isso que não se deve fazê-lo"No tempo em que Cavaco falava. A leitura destes 18 dias.
Eu sei, é preciso esquecer,
desenterrar os nosso mortos e voltar a enterrá-los,
os nossos mortos anseiam por morrer
e só a nossa dor pode matá-los.
Tanta memória! O frenesim
escuro das suas palavras comendo-me a boca,
a minha voz numerosa e rouca
de todos eles despreendendo-se de mim.
Porém como esquecer? Com que palavras
e sem que palavras?
Tudo isto (eu sei) é antigo e repetido; fez-se tarde
no que pode ser dito. Onde estavas
quando chamei por ti, literalidade?
E todavia em certos dias materiais
quase posso tocar os meus sentidos
tão perto estou, e morrer nos meus sentidos,
os meus sentidos sentido-me com mãos primeiras
terminais.
Manuel António Pina
Representante da República indigita presidente do governoHoje acontece o que muitos vaticinaram ser impossível ou mesmo improvável. A memória do muito que foi dito e escrito, sobre esta matéria, não prescreve.
PSD Açores recua e dá liberdade de voto no OrçamentoA incoerência passou a ser norma.