Para que se pasmem
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Para que se pasmem os que conhecem Amsterdam e agora estão longe.
Há 15 minutos
IVA da cultura e do vinho deveria aumentar, diz o FMIIsto é demasiado sério para ter piada.
«(...) Os sinais de condicionamento do acesso à informação, à cultura e à educação têm vindo a aumentar em Portugal num crescendo avassalador. São muitíssimo preocupantes e não podem deixar de ser vistos como parte de um todo programático destinado a moldar (ou modular?) a sociedade portuguesa ao modelo que Passos Coelho, nas suas limitações culturais, idealizou para o seu país à sua própria semelhança - um país de gente reduzida ao limite inferior das suas possibilidades, limite que não cessa de baixar condicionado por um governo limitado culturalmente»Artigo de Gabriela Canavilhas na edição de ontem do Diário de Notícias.
«(...) Fonte oficial da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) afirmou hoje ao Negócios que o departamento legal da instituição "não ouviu falar de nada" relacionado com um pedido de estudo ou relatório, semelhante ao que foi encomendado pelo governo ao Fundo Monetário Internacional (FMI).Para ler na íntegra.
Há poucas horas, Pedro Passos Coelho garantiu: "Nós solicitámos também a uma equipa da OCDE que nos pudesse apresentar um relatório com a mesma finalidade [do estudo do FMI]." Acrescentou ainda que o relatório divulgado quarta-feira pelo Negócios "não será a Bíblia" do governo. (...)»
| Teatro Micaelense (lado Sul), Dez'2013 |
"Isto é um absurdo total, estamos a ser governados por rapazes que não sabem o que estão a fazer. Criam as situações e depois não têm qualquer resposta para as implicações que elas têm"O resto da notícia aqui.
| Portas da Cidade, Ponta Delgada, 01 Jan'2013 |
«(...) Guilherme d’Oliveira Martins, em declarações este fim-de-semana, afirmou que a Europa vive tempos de perversão, na medida em que as entidades e os países “salvadores” das economias periféricas são os próprios a garrotear a saída para uma situação que ajudaram a criar. Na opinião do presidente do Tribunal Constitucional este ‘modus operandi’ deixa o mundo “às avessas”. Perverso e perigoso, acrescento eu.»
«(...) Este orçamento é um nado-morto, que será alvo de remendos ao longo do ano. É um orçamento contra os contribuintes, que estimula a economia paralela, a fuga e a evasão fiscal devido à injustissima carga fiscal que lança sobre os contribuintes. É um orçamento contra a economia. E é um orçamento estúpido porque nos conduz a um abismo económico - mas apesar dos avisos e dos alertas, insiste em caminhar nesse sentido. (...)Para ler íntegra.
Jardim vai manter salário de presidente do Governo da Madeira e subvenção vitalíciaSe dúvidas existissem sobre as veleidades deste Governo da República esta excepção é suficientemente esclarecedora.