Uma curiosa observação do Paulo Mendes que se pode estender a muitos outros serviços, públicos e privados, dos Açores.
Pequenas ou grandes, as utopias nunca são demais e, em tempos como estes, há que continuar a lutar por aquilo em que acreditamos.
Marinho e Pinto – um homem que sendo presidente da Ordem dos Advogados não lida com o DireitoPara ler até final (se o conseguirem!).
Câmara abre faixa de rodagem no prolongamento da Avenida aos ciclístasMais uma prova que, na última década, a gestão autárquica de Ponta Delgada primou por medidas avulso e sem uma prospectiva estratégica.
«(...) Os Açores são realidades distintas. E no interior de cada uma delas encontramos muitas mais. Considerar exequível a harmonização de costumes, práticas e modelos económicos é reduzir à indiferença as idiossincrasias que tanto apregoamos ter, anular as vicissitudes distintivas de cada ilhéu e acirrar a mesquinhez e os bairrismos que muito contribuem para a desarmonização arquipelágica. (...)»* Publicado na edição de 06/05/13 do AO
Ex-presidente dos Açores acusa Cavaco de "ignorância"Para ler o resto da notícia aqui.
Vítor Gaspar: "Depósitos abaixo de 100 mil euros são sacrossantos"
Ferreira Leite diz que "andamos a fazer sacrifícios em nome de nada"A confirmação chega-nos hoje em directo pelas 19h00 (hora dos Açores).
«(...) Apesar das dificuldades que todos sentimos, não podemos deixar de acreditar na Cultura, a mesma não é só despesa, gera riqueza e dela dependem muitas pessoas. Há por vezes quem ignore este simples facto. Assistir a um filme numa sala de cinema nada tem de ver com o visionamento do mesmo no sofá. São situações distintas. Estes são hábitos que devem ser cultivados e o seu consumo deve ser incentivado e estimulado. Também para isso é importante um festival de cinema. E, no caso do Panazorean, as temáticas propostas ajudam-nos a melhor compreender quem somos, quem cá habita e o mundo em que vivemos. (...)Para ler na íntegra.
«A sucessão agitada destes tempos ajuda à reflexão. Se por um lado somos confrontados com um novo paradigma (palavrão recorrente mas incontornável) no nosso modo e estilo de vida, não é menos verdade que estes dias são propícios a repensarmos quase tudo ou a relativizar parte desse todo. (...)Para ler na íntegra aqui.
«(...) o caminho seguido pelo governo para o objectivo de cumprimento do memorando da troika é que põe em causa esse cumprimento, porque não teve em conta qualquer preocupação em salvar um quantum da economia nacional, desprezou os efeitos sociais do “ir para além da troika”, não deu importância a qualquer entendimento social e político, vital em momentos de crise. Foi um caminho de pura engenharia social, económica e política, prosseguido com arrogância por uma mistura de técnicos alcandorados à infalibilidade com políticos de aviário, órfãos de cultura e pensamento, permeáveis a que os interesses instalados definissem os limites da sua política. Quiseram servir os poderosos com um imenso complexo de inferioridade social, e mostraram sempre (mostrou-o de novo o primeiro-ministro ontem), um revanchismo agressivo com os mais fracos.»Para ler até final.