Deixem trabalhar o Luís...
-
A Lei de Murphy encarrega-se de o derrubar.
Tudo o que pode correr mal, corre pior.
Há 1 hora
| Nos corredores da ALRAA, Horta, Julho'2011 |
| Rua do Perú, Ponta Delgada, Julho'2011 |
| Imagem IPMRG |
"O dia de hoje marca o início de uma etapa que vai valorizar os Açores na área da cultura. Este projecto permite, não só a criação de novos espaços, como também reabilitar e valorizar um excepcional exemplar da arquitectura industrial dos finais do século XIX", frisou Jorge Bruno.Declarações no âmbito da assinatura do Auto de Consignação do 'Arquipélago - Centro de Artes Contemporâmeas'. O início da obra está por dias...
«(...) Ora, diziam as notícias (que não foram desmentidas) que a nova Presidente da Assembleia da República atribuiu ao Dr. Mota Amaral, na qualidade de ex-presidente do Parlamento, um gabinete, uma secretária, um BMW 320 e um motorista.Leitura obrigatória para este artigo de Mariana Matos publicado, hoje, com o AO. Brilhante, como quase sempre.
Podemos extrapolar sobre o assunto o que quisermos, é claro, mas há duas conclusões a que chegamos rápido: a primeira é de que a Assembleia da República não aplica à própria instituição os cortes que na crise actual o Governo tem vindo a impor aos portugueses; a segunda é de que o Dr. Mota Amaral, sendo solidário com o Governo da República, não é solidário com os portugueses em geral nem com os açorianos em particular. (...)»
| Fotografia João Luis Albergaria |
«(...) A escolha de uma casa no centro histórico de Ponta Delgada para realizar a instalação tem, segundo a autora, várias leituras. “Há um lado de cidadania de quem vê o centro da cidade despovoado, quando existem casas lindíssimas por ocupar" (...)»Uma iniciativa que reflecte, por intermédio da Cultura, a realidade que nos rodeia.
Fotografia AO
|
Fotografia Pedro Caetano
|
Largo do Colégio, Ponta Delgada, Maio'11
|
Fotografia Fernando Guerra
|
Presidente da República defende "consenso alargado" a médio prazo e recorda a Sócrates que "há limites" nos sacrifícios pedidos aos portugueses
Cavaco Silva avisa: Sacrifícios são para todosPerante a candura com que os novos sacrificios foram recebidos, em Belém, será motivo para afirmarmos que a cooperação institucional passou, finalmente, da teoria à prática.
«(...) Proceder à definição do modelo de privatização da ANA e à sua efectiva concretização, articulando-o com o modelo de privatização da TAP e ponderando a eventual transferência dos Aeroportos da Madeira e dos Açores para a competência das respectivas Regiões Autónomas; (...)» *
O resultado deste estado de coisas implica que «(...) we’re more known than ever before.» Os Prós & Contras desta aparente perda de anonimato estão no domínio da conjectura.«(...) This erosion of anonymity is a product of pervasive social media services, cheap cellphone cameras, free photo and video Web hosts, and perhaps most important of all, a change in people’s views about what ought to be public and what ought to be private. Experts say that Web sites like Facebook, which require real identities and encourage the sharing of photographs and videos, have hastened this change. (...)» *
Carlos César advoga maior controlo do património dos políticos
Campo de São Francisco, Ponta Delgada, Maio'2011
|
Insígnia Autonómica de Valor
|
«(...) Não tememos, naturalmente, que a crise corroa a nossa identidade. Ela forjou-se precisamente na emergência de muitas crises pretéritas. À crise actual havemos de responder com pertinácia, engenho e teimosia, não esquecendo quem somos, nem a solidariedade devida ao país.
Mas não podemos aceitar que a crise sirva de desculpa para retrocessos na marcha da Autonomia, recuos no caminho que esforçadamente trilhámos, machadada nos direitos que justa e tardiamente vimos reconhecidos. A nossa diferença impõe, bem como a nossa pequenez e relativa insignificância no peso das Contas Nacionais que não sirvamos de "exemplo pedagógico" para falsos corajosos, num aplicar cego de medidas que se querem gerais, sem cuidar de especificidades do que é diferente. É um risco que se corre quando ainda é a ignorância e o preconceito que guardam a "vinha" do Centralismo. ...)»A (re)ler o discurso do Presidente da ALRAA a propósito do Dia da Região que este ano se realizou na Praia da Vitória (Terceira).
No passado dia 28 de Maio comemoraram-se 70 anos sobre a inauguração do Emissor Regional dos Açores da, então, Emissora Nacional de Radiodifusão.
Fundado a 28 de Maio de 1941, o antigo Emissor Regional dos Açores, mais tarde RDP/Açores, é hoje designado como Antena 1 - Açores.
Esta efeméride foi marcada simbolicamente com a inauguração de uma exposição fotográfica com o registo de alguns momentos históricos do arranque da rádio pública no arquipélago, por exemplo, a implantação da primeira antena na Avenida Gaspar Frutuoso, inúmeras imagens de reportagens no exterior, os primeiros estúdios e de diversos equipamentos que marcaram estas décadas de serviço público.
Foram, igualmente, recordados e homenageados alguns dos nomes que deram os primeiros passos da rádio nos Açores, muitas das vezes com meios precários mas com um generoso sentido de missão.
Paralelamente, decorreu no dia 28 de Maio uma emissão especial do programa Atlântida, dedicado às festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, e que serviu de mote para consubstanciar o espírito a que se presta o serviço público de rádio e televisão - unir todas as ilhas dos Açores e ligá-los ao Mundo.
O serviço de rádio e televisão nos Açores é fundamental no atenuar das distâncias que separam as ilhas e como veículo privilegiado para ligar e mostrar o arquipélago às comunidades de emigrantes espalhadas pelo globo, com maior incidência para a América do Norte e no sul do Brasil.
A tecnologia que está hoje à nossa disposição anula, em parte, estas distâncias, na medida em que a agenda política e social local está disponível em tempo real, independentemente do fuso horário em que nos encontremos.
Mais do que nunca convém afirmar a importância deste serviço, numa altura em que o país enfrenta uma grave crise económica e com recursos financeiros condicionados, tornando difícil a necessária reconversão de equipamentos e instalações, para que os profissionais que lá desenvolvem a sua actividade o possam realizar da melhor forma possível, situação agravada com o fantasma da privatização da RTP no horizonte.
Pelo contributo e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido até esta data e como estímulo, relativamente, ao futuro próximo, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista, propõe que a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, reunida em Plenário, aprove um voto de congratulação pela passagem do 70º Aniversário da RDP - Açores e dele dê conhecimento à administração a RTP, SA, e ao director do Centro Regional dos Açores.Voto de congratulação apresentado hoje pelo GPPS na ALRAA.
| Carapacho, ilha Graciosa |
«A presidente do PSD/Açores criticou hoje o facto de as termas do Carapacho, na ilha Graciosa, “se encontrarem ainda em fase de obra, e fechadas, quando estamos em pleno Verão”, sendo “de estranhar que investimentos tão avultados e importantes não tenham sido bem planeados”, numa situação que se estende “a outras estruturas da ilha, que têm obras ainda a decorrer, para reparar erros de projecto”, declarou.
Concretamente sobre as termas do Carapacho, Berta Cabral reiterou que “deveriam funcionar como uma âncora para o turismo local, inserindo-se numa estratégia de turismo de saúde e bem estar, uma aposta que se estende a outras ilhas mas que tem particularidades aqui na Graciosa, pelo que é urgente que abram e sejam postas à exploração estruturas deste género, mas a tempo e horas e não quando estamos a mais de meio do Verão”, explicou.»Declarações do deputado João Bruto da Costa:
«(...) Nesta obra de ampliação das termas do Carapacho, o Governo decidiu, e bem, avançar com a protecção costeira e arranjos na Zona Balnear.
Mas se decidiu bem, pior o executou!
A obra que está a ser executada nas piscinas do Carapacho, a ficar como está, é lastimável, é uma asneira, para dizer o mínimo.
É a completa descaracterização daquele local, sem ganhos que o justifiquem!»Declarações de Mota Amaral:
«(...) O social-democrata realçou "a grande importância do termalismo no desenvolvimento do turismo nos Açores", elogiando "os passos positivos, que estão a ser dados para transformar uma especialidade das nossas ilhas numa fonte de bem-estar para as suas populações, mas também aproveitando a variedade de ofertas que são um atractivo para quem nos visita", explicou.
O candidato do PSD viu, "com satisfação, que a forma de aproveitamento destes recursos naturais está, de facto, a ser bem integrada na nossa oferta turística, uma realidade que se tem verificado", avançou.»A cegueira partidária e a necessidade de aparecer dão nisto. Como se tem visto e ouvido esta campanha eleitoral do PSD/A é uma enorme manta de retalhos.
«(...) After the creation of the euro in 1999, European nations that had previously been considered risky, and that therefore faced limits on the amount they could borrow, began experiencing huge inflows of capital. After all, investors apparently thought, Greece/Portugal/Ireland/Spain were members of a European monetary union, so what could go wrong?
The answer to that question is now, of course, painfully apparent. Greece’s government, finding itself able to borrow at rates only slightly higher than those facing Germany, took on far too much debt. The governments of Ireland and Spain didn’t (Portugal is somewhere in between) — but their banks did, and when the bubble burst, taxpayers found themselves on the hook for bank debts. The problem was made worse by the fact that the 1999-2007 boom left prices and costs in the debtor nations far out of line with those of their neighbors. (...)»Leitura obrigatória e sábia de Paul Krugman, no NY Times e no i na versão portuguesa, para o posicionamento das instâncias bancárias europeias perante a crise económica que assola a Europa.
| Socas - Livramento, Ponta Delgada, Maio'2011 |
«(...) The rush to build the filter bubble is absolutely driven by commercial interests. It’s becoming clearer and clearer that if you want to have lots of people use your website, you need to provide them with personally relevant information, and if you want to make the most money on ads, you need to provide them with relevant ads. This has triggered a personal information gold rush, in which the major companies – Google, Facebook, Microsoft, Yahoo, and the like – are competing to create the most comprehensive portrait of each of us to drive personalized products. There’s also a whole “behavior market” opening up in which every action you take online – every mouse click, every form entry – can be sold as a commodity. (...)»A ler e a seguir.
Antero por Urbano, Colecção da Escola Secundária Antero de Quental
«(...) a criação de produtos identificativos do património cultural açoriano, permite ao Governo Regional convidar locais e visitantes a fazerem parte da história destas ilhas, vivendo-a.»A Cultura e o Turismo lado a lado para dar a conhecer - a quem nos visita e às comunidades locais - o património que nos rodeia.
«(...) São declarações como esta (e esta) que, ganhe quem ganhar, vão tornar o país literalmente ingovernável após as eleições. Não vai ser nada bonito e Catroga, nas últimas semanas, resolveu juntar-se ao coro de irresponsáveis. É uma tristeza e é indesculpável.»Andava à procura de algo que reflectisse a perplexidade com que li as declarações do ex-actual-futuro Ministro das Finanças do PSD e dei com esta num léxico familiar.
Fotografia Francisco Botelho
|
Do nascimento ao último percurso provável de Antero de Quental pelas ruas de Ponta Delgada até ao banco onde o poeta decidiu o lugar e tempo para matar-se, a primeira publicação do projecto "Roteiros Culturais dos Açores" 'traça' os lugares da cidade marcados pela vida do poeta. Em mapa anotado, com fotografias, uma resenha histórica e tábua cronológica dos passos do também filósofo.
O desdobrável é o primeiro de vários que se vão seguir, em tornos das vidas de personalidades do Açores que marcaram e foram marcadas pelas cidades e ilhas onde viveram.
Em fase de preparação, prevendo-se a sua publicação até Outubro próximo, estão já os Roteiros Culturais de Vitorino Nemésio e Manuel de Arriaga, sob orientação científica de Luíz Fagundes Duarte.
A apresentação pública deste roteiro a que o AO teve acesso, será feita na próxima sexta-feira, dia para o qual também está prevista uma reconstituição dos últimos passos do poeta. "Fazendo uma viagem que se supõe que Antero de Quental terá feito justamente antes de se suicidar no Campo de São Francisco", revela o director regional da Cultura.
Jorge Paulus Bruno, questionado sobre a utilidade do uso deste roteiro por parte de guias turísticos para, por exemplo, trilhar esses percursos, diz que é, precisamente, umas das utilizações que pode ter. "Esse é um dos objectivos consignados no Plano de Governo, associar também cultura ao turismo, trabalharmos em conjunto", afirma Paulus Bruno, acrescentando que estas publicações permitem aos guias turísticos ou a qualquer visitante dispor de uma "ferramenta" que permite "rever a memória de determinadas personalidades, não só percorrendo sítios que eles percorreram mas, acima de tudo, terão conhecimento dos ambientes, de um modo que hoje em dia é possível revê-los, que eles frequentavam naquele tempo."
Este primeiro roteiro está a ser colocado nas Lojas de Cultura instaladas nos centros periféricos da Direcção Regional da Cultura (museus e bibliotecas públicas), nas livrarias comerciais, postos de turismo e também estão a ser enviados exemplares para os estabelecimentos hoteleiros da Região.
Os conteúdos do roteiro vão, igualmente, estar disponíveis no Portal Cultura Açores que também será apresentado ao público durante esta semana.
Recorde-se que a criação dos Roteiros Culturais dos Açores resulta de uma iniciativa do Grupo Parlamentar do Partido Socialista em 2010 na Assembleia Legislativa Regional. O projecto de resolução, apresentado pelo deputado Alexandre Pascoal, propunha "complementarmente à criação do Roteiro Anteriano, a requalificação do Largo da Esperança, situado no Campo de São Francisco, através da colocação de uma placa identificativa e de homenagem junto ao banco, onde Antero se suicidou".Olímpia Granada na edição de hoje do Açoriano Oriental.
Miguel Relvas: "Não haverá aumento de impostos" com o PSDOu o mesmo é dizer: «Faz o que eu digo, não faças o que eu faço».