terça-feira, 25 de agosto de 2009

Azores Islands Pro'09



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sábado, 22 de agosto de 2009

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Este é, por regra que pretendo quebrar mas não sei quando, um dia estranho...

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu não sei o que é mas quero na mesma

A esta distância só 1 sorriso é possível perante esta notícia. A mania das grandezas e a ignorância são de facto atrevidas... Vou regressar a outras "leituras"...

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Leitura em férias



Um dos objectivos literários para os dias que se avizinham...

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

+++ discos +++ 1989



Passados vinte anos da edição de Ninety podemos afirmar que este já se constitui indubitavelmente como um clássico - com e/ou sem dança...

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sábado, 8 de agosto de 2009

Inauguração do Centro de Voluntários do Movimento “Sócrates 2009"



Os candidatos do PS pelo Círculo dos Açores às Eleições Legislativas vão inaugurar hoje, sábado, pelas 18h30 o Centro de Voluntários do Movimento “Sócrates 2009”, que se localiza na loja 123, A, do Solmar Avenida Center, na Avenida Infante D. Henrique, em Ponta Delgada.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Actos que fazem toda a “diferença”


[foto] Parque eólico de Torres do Canto, Pico | Portal das Energias Renováveis

O Verão nos Açores (em São Miguel, pelo menos!) não está para isso. São as mudanças climáticas, dizem-nos. Isto apesar da recusa de determinados “cépticos” perante os cenários “apocalípticos” de alguns - poucos, lunáticos e fanáticos - ambientalistas (!). É, digamos, uma avaliação “simplex” (sem nada de substantivo para discussão, ao contrário da medida propriamente dita).

Por estes dias a leitura é mais diversificada e no contacto imediato com o número estival da revista INTELLIGENT LIFE cheguei ao livro “Sustainable Energy - Without the Hot Air” de David J.C. MacKay, um físico de Cambridge que nos faz de forma escorreita, e rigorosa, uma abordagem à discussão emergente sobre a alternativa energética consubstanciada através das energias renováveis face à energia fóssil que hoje consumimos (e que muito tem contribuído para as mudanças climáticas induzidas, sobretudo através do aumento do nível de CO2 na atmosfera).

Através deste “olhar” é possível vislumbrarmos os números e os actos que fazem a “diferença”, na luta desigual contra o desperdício, e sobre o “papel” que cada um de nós tem nesta longa caminhada para a eficiência energética que é, ou será no futuro próximo, uma das “formas” mais rentáveis de energia renovável. Ao contrário do que se possa pensar, e fazer, David MacKay afirma que a tão propalada “máxima” - “Every little helps!”, é um mito. Pois, na sua perspectiva, “If everyone does a little, we’ll achieve only a little”. Basilar. E, a título de exemplo, dá-nos o da campanha em Inglaterra para desligar os carregadores de telemóveis, para demonstrar que não é por aqui que chegamos lá, ironizando que tal prática é, ou seria, o equivalente a “salvar o Titanic com uma colher de chá”. De qualquer modo, devemos sempre desligar todos os nossos aparelhos domésticos depois de utilizados e nunca permitir que fiquem em “standby”...

Nesta “urgência” em substituirmos as energias fósseis por renováveis o autor deixa-nos uma mensagem contundente e realista, isto porque, para mantermos os níveis actuais de consumo (leia-se conforto) dificilmente o faremos “somente” com energias verdes (e com isso não exclui o uso da energia nuclear). Uma pequena “provocação”. Apesar do carácter “informal” está por demais evidenciada a “urgência” da temática e a importância de agirmos “já”, na medida em que o tempo do “desenvolvimento sustentável” já era! Estaremos perante mais uma “verdade inconveniente”?!


* Publicado na edição de 04/08/09 do AO
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Publicidade enganosa



Quando o texto promocional convida a "saborear" «(...) um centro urbano vivo e pleno de charme (...)» será que se está a referir ao Centro Histórico de Ponta Delgada?! Se sim, então o porquê da campanha em curso...?! De igual modo, não reconheço o "balcão" em fundo nem a "modelo" que serve de entrada... Campanha publicitária?! Sim. Mas para servir que "propósitos" e que "clientes"?!

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A reboque

Depois da situação denunciada por Paulo Casaca a CMPDL anuncia que já tinha tudo previsto, pois claro!..

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A responsabilidade morre solteira







Segunda-feira de manhã quem circulava na Rua Guilherme Poças Falcão foi surpreendido com a antecipação do desvio, anteriormente sinalizado no cruzamento da Rua do Pedro Homem e de Santana, com outra indicação alternativa a - Rua de Água. O resultado (expectável!)? O caos. Foi necessário cerca de 30m para cumprir escassas centenas de metros. Tudo isto não teria acontecido caso se procedesse a uma sinalização preventiva a montante. Mas, à data, nada existia.

Hoje leio com alguma incredulidade que a CMPDL rejeita responsabilidades (rementendo a coisa para a publicação de um edital!). E, para além disso, verifico que o betão vai assumir o lugar anteriormente ocupado pela calçada para depois, entre a Rua da Boavista e o Museu, voltar a ser colocada calçada no pavimento (!). Não percebo a política que rege a betonização no centro histórico (ou a substituição da calçada por betão)... e tudo se resume ao argumento de que é um trabalho "fácil". A paciência para este desrespeito continuado pelos munícipes tem limites. Na perspectiva camarária isso não parece ser um problema e pelo meio a desresponsabilização também.


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terça-feira, 28 de julho de 2009

Dia Nacional da Conservação da Natureza



Hoje, simbolicamente, Paula Casaca visitou os Currais de Vinha do Pópulo. Uma área que importa preservar e requalificar.

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Government advice urges tweeting

"With more and more citizens using the internet it's important that, as part of its communications approach, the government develops its capability to use digital channels effectively and that includes social media tools such as Twitter."
E nós por cá?!

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domingo, 26 de julho de 2009

Há males que vêm por bem

Gripe justifica ausência de Manuela Ferreira Leite da "política folclórica" do Chão da Lagoa
A ausência permite que João Jardim brilhe com mais esplendor. O folclore é que mais ordena e os media agradecem. Mais logo teremos mais desenvolvimentos sobre as movimentações "comunistas" (ou serão cubanas?!).

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sábado, 25 de julho de 2009

"A Cultura tem que ser uma política transversal e de comprometimento"



Entrevista de José António Pinto Ribeiro, Ministro da Cultura, na hora da despedida. Fala quase em exclusivo de "rigor". Palavra cara ao meio cultural. A ler na edição de hoje do Público.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cultura, género maior


[foto] "Anagrama", 2009 | Daniel Oliveira

O índice de actividade cultural dita “erudita”, entre nós, tem estado “elevado”. Esse facto, graças à actividade programática, sobretudo, de privados e das instituições tuteladas pelo Governo Regional, faz com que Ponta Delgada se posicione a um nível equivalente ao de algumas cidades nacionais de média dimensão. Se por um lado é verdade que a actividade tem sido mais intensa, por outro, não é menos verdade que não é fácil ser-se actor, mesmo que secundário, neste filme.

As dificuldades financeiras inerentes ao sector, fruto das suas idiossincrasias e, sobretudo, da “escala” e dos “números” torna difícil a sustentabilidade de alguns projectos e iniciativas. Não obstante todas estas questões, o facto é que o apelo à criatividade e à dinamização cultural, por parte da Direcção Regional da Cultura, tem sido contínuo e sofreu, inclusive, um aumento orçamental. Em 2009 esse valor é superior em 2,6% relativamente a 2008, sendo que a Cultura nos Açores detém 2.03% do orçamento regional. O que não deixa de se constituir como um dado muito importante e que atesta o empenho governamental na promoção da Cultura dos Açores no Mundo (alguns exemplos desta dinâmica: representação na Arco, em Madrid; pavilhão na Feira do Livro de Lisboa e a representação da Azores Film Commission, no Festival de Cannes). Não posso, igualmente, deixar de referenciar algumas iniciativas recentes, de enorme relevância cultural, como o programa Câmara Clara dedicado aos Açores (emitido a 12.07.09 pela RTP2); o Ciclo de Cinema - Jazz no Colégio, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada; a exposição “Peças Soltas” de Ana Vieira, na Galeria Fonseca Macedo; o concerto magistral de Philippe Jaroussky, inserido na temporada MusicAtlântico, na Igreja do Colégio, ao qual ninguém ficou indiferente.

A “cultura erudita” pode, de facto, “acontecer em qualquer parte”, como referiu depreciativamente a presidente do município de Ponta Delgada, mas o facto “dela” acontecer entre nós, é algo que não deve, nem pode ser menosprezado, na medida em que a Cultura se consubstancia como um factor capital do nosso desenvolvimento. E talvez, por isso, este “género” seja considerado “menor”, por alguma oposição, sendo que é, muitas das vezes, omitido e minorado. Esse, felizmente, não é o entendimento da maioria.


* Publicado na edição de 21/07/09 do AO
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

+++ discos +++ 1989




Os Galaxie 500 são uma banda incontornável neste retorno a um passado recente, invariavelmente nostálgico e de carácter acentuado com o aproximar da época estival... On fire foi objecto de culto ouvido ininterruptamente em comunhão melancómica... I never thought that I would end up here

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Idade da Pedra



Um exercício jornalístico extemporâneo, sensacionalista e que denigre, pelos argumentos mais demagógicos, a actividade parlamentar nos Açores. Esta é uma situação, a meu ver, preocupante e que me leva a questionar o rigor, a ética e a isenção em que estão envoltos alguns orgãos de comunicação social regionais.

Noutro nível de discussão está a Twitica, lançada no início deste mês, e que é uma plataforma agregadora dos tweets dos deputados da Assembleia da República, sendo mesmo considerada "uma Assembleia da República em formato twitter".

Para quem está menos familiarizado com estas novas plataformas recomendo o visionamento da intervenção de Evan Willians, um dos co-fundadores do Twitter, numa das conferências TED. Uma ligação obtida via Manuel Sousa Lima.


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terça-feira, 21 de julho de 2009

A liberdade que se impõe


[foto] Mário Correia

O Parlamento Açoriano foi invadido na última sessão plenária por uma onda de choque que pretende colocar de "quarentena" a liberdade de expressão.

Insinuar que comentários, entenda-se, e não insultos (como têm sido amplamente difundidos pelos media), efectuados online em plenário são condenáveis e que o "transgressor" se escondia por detrás do teclado, sem fazer uso da palavra, são factos que não correspondem à verdade. Primeiro: as intervenções em plenário não são efectuadas em canal aberto e são determinadas pelo regimento, pelo tempo, bem como pela estratégia partidária, isto para clarificar a primeira falácia; segundo, os ditos comentários em nada atentaram contra o bom nome dos parlamentares "visados", apenas constituíram a minha interpretação dos acontecimentos, estando obviando os envolvidos no seu direito de discordar, como eu discordo da forma e do modo como foi exteriorizada a sua "indignação". Em plenário insinuar de forma depreciativa que alguém é "vendedor de ananases" (profissão meritória e que num dos "incidentes" foi utilizada em tom jocoso) é uma "boa prática". Comentar online, como o fiz, que tal referência é um "insulto" já não é. Bizarro, no mínimo. Nunca me escusei ao debate, outros há que ignoram alguns temas propostos e abandonam, sistematicamente, a sala por um café ou um cigarro (e com isto não quero atentar contra a liberdade individual de ninguém, em particular, quero aqui apenas representar o quão chocante é a "personificação" do "insulto" e o processo de "moralização" subsequente)... Adiante.

As novas tecnologias acarretam vantagens e desvantagens, é certo. Pressupor que a "solução" para determinados "abusos" reside na sua "delimitação" ou "controle" é algo que refuto liminarmente e com o qual não posso estar de acordo. Não considero que comentar em plenário - via Twitter ou qualquer outra plataforma - seja descabido, sendo que esta é uma forma de aproximação com os eleitores e é, a meu ver, perfeitamente coabitável com a actividade parlamentar, desde que efectuada com ponderação e bom senso. Neste sentido, qual será então a razão pela qual a Assembleia da República fez, no último debate da nação, convites a diversos Twitters para “comentarem” os trabalhos plenários em directo?! Alguém arrisca um comentário?!


* Publicado na edição de 14/07/09 do AO (revisto e aumentado)
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Boas práticas



O Seminário Internacional “Os Desafios da Inovação na Intervenção Social”, promovido pela AIPA, é uma prova de vitalidade da pró-actividade das Associações. Uma iniciativa "inesperada" que se constituiu como uma agradável surpresa e se relevou muito "produtiva".

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