Ilhéu das Cabras, ilha Terceira
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Este instrumento agrega um conjunto de informação dispersa, melhora o seu processamento e permite o acesso a fotografias de grande nível.
Um projecto notável!
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Ilhéu das Cabras, ilha Terceira
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«(...) Tem defendido que esta não é a altura certa para rever a Constituição da República. Porquê? A três meses das eleições presidenciais, não me parece correcto misturar revisão constitucional com a campanha eleitoral. Em segundo lugar, o debate fundamental dos próximos tempos deve ser em torno da aprovação do Orçamento do Estado. Tudo gira à volta desse tema: se o orçamento passar, a situação será uma; se não, iniciar-se-á uma crise política. Por outro lado, não é oportuno nem sensato um país que está numa situação económica como a nossa entreter-se com o processo de revisão constitucional. Mas há ainda uma outra razão. Os casos recentes, com o da Casa Pia, mostram que é urgentíssimo reformar as leis de processo e as leis judiciárias, o país não aguenta mais processos que se arrastam ao longo dos anos, é um desprestígio para a justiça. (...)»António Barreto ao Diário Económico de 28 Set'10
«António Barreto adiantou ainda que é contra a abertura de um processo de revisão constitucional nesta altura, defendendo "que deveria ser daqui a seis meses ou um ano, depois da eleição do presidente da República e devia ser feita com mais calma (...)".»Não há nada que justifique um projecto apressado, que se quer ponderado e amplamente consensualizado. No meio de todo este 'processo' é bom que haja alguém que tenha uma réstia de sensibilidade e bom senso.
O ministro Silva Pereira veio-se queixar de que o Governo levou uma tampa do PSD. Pudera! É que o convite para “negociar previamente o Orçamento” é o equivalente político a convidar uma moça a ir directamente para o quarto sem sequer lhe fazer a corte. O ministro sabe bem que, aconteça o que acontecer dentro do quarto, à saída é sempre a moça que fica mal vista. Poupe-nos o ministro Silva Pereira à sua cara compungida de rapazote bem-comportado: é evidente que à proposta indecente do Governo o PSD só podia dizer não. Se o Governo quer ter parceiros de boa-fé, faça o que lhe compete, apresente uma proposta orçamental em termos e aceite debatê-la aonde ela deve ser debatida – no Parlamento. O resto são truques de Casanova estafado.A pérola 'passista' perante um cenário que se adensa.
«À porta de um jantar, a líder do PSD/Açores afirmou que a “JSD não tem rigorosamente nada a ver com o PSD”. Berta Cabral, para além do evidente exercício de negação que Freud tão bem explica, “disse”, não só aos jovens do seu partido como aos seniores, aos eleitores sociais-democratas e aos açorianos em geral, que a JSD, hoje, como Francisco Álvares, António Silveira, Rui Melo e todos quantos, há meses, perderam as eleições autárquicas, não podem olhar para a sua ainda líder como os marinheiros olham para o comandante do navio em dificuldades, certos de que ele será o último a abandoná-lo… Ao fugir das consequências políticas de um problema que, sendo incómodo, não era particularmente difícil, Berta Cabral deu de si própria a dimensão que a maioria do eleitorado há muito pressentia e, por isso, mesmo, mais não lhe tem consentido do que a dimensão local de que não consegue sair. Ao demitir-se de assumir, publicamente, o papel liderante que lhe era exigido, e de, com isso, mostrar que manda mesmo no PSD, que o partido é, também, a JSD, e que bem se podiam desenganar os que sussurram que nem consegue pôr em ordem a sua própria “casa”, Berta Cabral voltou a ensaiar aquela espécie de “haraquíri” político da noite das Autárquicas e deixou os seus com a certeza de que não pode contar com ela para coisa nenhuma. Com estas declarações a “líder” do PSD foi clara num aspecto, embora, evidentemente, sem o dizer, como é seu timbre: não vai mexer uma palha para resolver o problema da JSD, que aquilo é só chatices, que não está para ali para resolver birras de rapazes, que era só o que faltava! E que bem podem continuar a desdobrar-se em conferências de imprensa, invocar a filiação partidária, demonstrarem cientificamente que a JSD é do PSD há mais anos do que eles têm de idade, recorrerem a Lisboa, queixarem-se ao Ministério Público, tudo o que quiserem, que nada disso terá qualquer validade perante a sentença, sem direito a recurso, ditada por quem disse que o congresso escolhera, estava escolhido, mas, logo a seguir, que não tinha nada a ver com aquilo tudo! No fundo, nada de novo, vindo de quem parece não ter tido tantas responsabilidades nesta Região, com as conhecidas pesadas heranças deixadas a quem veio a seguir. O mesmo vai acontecer no PSD. É também uma questão de tempo...»Mariana Matos hoje em crónica 'acertada' no AO.
Fotografia Filipe Franco
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| Fotografia José Albergaria @ Lagoa do Fogo, ilha de São Miguel, Ago'10 |
«Com decisão positiva do Governo da República, tarifas promocionais de 100 euros seguem para Bruxelas» para apreciação da Comissão Europeia
«(...) Ponta Delgada é uma cidade agradável que acolhe em si monumentos e museus merecedores de descoberta. Há ainda o jardim António Borges para passear, a marina para conviver, o mercado para comprar queijos, ananás e bolos lêvedos. Na Marginal fica a Livraria Solmar, onde pode manter dois dedos de conversa com José Carlos Frias. É o melhor livreiro dos Açores.»Ainda não tinha lido. Mas agora compreendo o brilho da Helena...
S/ Título, 1968
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| Fotografia Bernardo Rodrigues |
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| Jardim António Borges @ Ponta Delgada, Foto El Metronauta |
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| Rua do Perú, Ponta Delgada, 26 de Agosto'10 |
| Fotografia Mário Nelson Medeiros |
| João Decq na ArteLisboa'09 |
| CPBC @ Teatro Micaelense, Dez'07 - Fotografia Fernando Resendes |
Morreu o homem que iluminava os palcos portuguesesEstas últimas semanas têm sido particularmente negras para as artes e para o jornalismo.
«(...) "É irónico que o Google se tenha comovido quando foi censurado na China e depois censure vídeos que expõem um prisma criativo", acusa ela. "Vimos Saddam Hussein a ser enforcado. Vimos tropas do Sri Lanka a torturarem e a mutilarem pessoas em vídeos horrendos no YouTube. Mas, quando se trata de arte, censuram-na."»Declarações contundentes de MIA no Y de 6ª feira passada, na antecipação da sua passagem (ontem) pelo palco do Sudoeste.
| Foto Quando as Catedrais eram Brancas |
Foto Francisco Botelho / Parque Eólico do Pico |
«Foi notícia recente em vários órgãos de comunicação social, nomeadamente o jornal Açoriano Oriental, o deplorável estado em que se encontra o parque de Campismo das Sete Cidades. O presidente da Junta de Freguesia local admite a situação, mas recusa quaisquer responsabilidades. A propósito, diz mesmo lamentar que após tais notícias não tenha havido qualquer reacção, nomeadamente, por parte da Câmara Municipal, "e não vai ser a Junta a tratar do assunto pois não tem verbas para tal. E muito já fazemos nós!".»
«This year Lift France with Fing will explore how the technologies and concepts of the web are changing the real world today and in the future. For the last 20 years, networked technologies have redistributed the power of imagining, evaluating, and acting. No frontier has remained fixed. No longer the world's factory, Asia has become a major source of innovation. Consumers have also become producers. The divisions between industries or disciplines are being redefined. This change extends far beyond the digital. It transforms manufacturing, learning, cities, public policy, perhaps even our own minds… The Web changes the world – But to what extent? With what limitations? How can it reach its full potential»