terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Responsabilidade

Estes três anos de (des)governo da coligação de direita (de)mostraram a falta de competência de quem tem dirigido os destinos dos Açores.

A comprová-lo estão os números e indicadores de inúmeros organismos insuspeitos, os alertas de académicos, empresas e instituições, mas sobretudo a realidade com que somos confrontados quotidianamente nas ruas das nossas vilas e cidades.

A 10 dias das eleições não se conhece o programa eleitoral da coligação. Nas palavras do filósofo José Gil, a escrita é um “instrumento essencial de poder” e esta será, apenas, mais uma prova da normalização do desrespeito pelo acto eleitoral, pelas instituições e, em última instância, pelos eleitores.

Nesta campanha eleitoral há quem evite o debate de ideias (se as detivermos, evidentemente), apenas releve o ruído, as meias-verdades e o incitamento ao ódio (pelos mais frágeis).

Vasco Cordeiro é a única personalidade com a capacidade de liderar o futuro com responsabilidade, sem ingerências e um discurso titubeante, assumindo (frontalmente) compromissos concretos para o desenvolvimento dos Açores. O Presidente de Confiança!

[+] publicado na edição de 26 janeiro 2024 do Açoriano Oriental

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Verdade










Nos últimos 15 anos estas ilhas foram dotadas de espaços de fruição propícios ao melhor desenvolvimento da produção e da criação cultural.

Acredito que o futuro passa, inexoravelmente, pela criação de um percurso profissionalizante para as instituições (e criadores regionais) e por garantir a circulação, dentro e fora de portas, da Cultura que aqui se faz. Fazer crescer cultural e socialmente uma comunidade requer investimento e continuidade num trabalho em parceria, na partilha e na prossecução de objectivos comuns.

No encontro promovido, esta semana, pelo Partido Socialista, com um grupo de agentes e artistas açorianos, ficou evidente o compromisso de Vasco Cordeiro, no estabelecimento de uma relação de confiança e que fale verdade com e para o sector cultural e criativo.

Nas palavras de Nicholas Serota (ex-director da TATE e presidente do Arts Council England), “o Estado tem a responsabilidade de investir no futuro, o que quer dizer gastar dinheiro no presente.”

Os desafios são mais que muitos. É essencial pensar a cultura como desenvolvimento estratégico, um investimento e não como um gasto supérfluo.

 [+] publicado na edição de 12 janeiro 2024 do Açoriano Oriental