Catarina Castelo Branco, pormenor, papel recortado
O trabalho da artista Catarina Castelo Branco - presente na Arte Lisboa'09 - em destaque no blog de Alexandre Pomar.
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«A líder do PSD/Açores, prosseguindo as suas infelicidades verbais desde o célebre discurso de fuga às suas responsabilidades na derrota do seu partido nas últimas eleições autárquicas, entendeu tecer considerações, reproduzidas em órgãos de comunicação social como as rádios e a televisão, sobre a nomeação do Dr. Jorge Bruno, pelo Presidente do Governo, para Director Regional da Cultura.Um comunicado para memória futura.
Tal ocorrência não suscitaria ao PS qualquer comentário, não fosse o conteúdo eticamente reprovável, mas revelador do espírito inquisitorial daquela dirigente partidária. (...)»
«(...) A comunicação social que temos - e que está em crise grave, como no resto do mundo - também, seguramente, vai cair em si e perceber que a intriga pela intriga, o fait-divers, desmentido no dia seguinte, a busca do sensacionalismo a qualquer preço, os ataques pessoais e as insinuações sem fundamento, a irresponsabilidade de tantos comentadores e a parcialidade das escolhas, não fazem vender mais jornais nem ter mais audiências. Antes pelo contrário. Desacreditam os meios de comunicação social, que é o pior que lhes pode acontecer, numa fase de tão grande incerteza. O que paga, realmente, é a ponderação das notícias dadas, a isenção dos órgãos de comunicação, a qualidade dos jornalistas, que respeitem a deontologia profissional estrita e a elevação do nível cultural e cívico dos noticiários e dos debates.»Artigo de Opinião de Mário Soares. O programa completo do evento na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.





«Uma pessoa do meio, com domínio das artes, pode fazer uma diferença Há menos de 11 meses como directora regional de Cultura dos Açores, Gabriela Canavilhas, de 48 anos, toma hoje posse como ministra da Cultura. Tínhamos uma conversa marcada antes de sabermos da sua indigitação e mantivémo-la. Sobre os Açores, mas, inevitavelmente, a ler nas entrelinhas.»
«(...) as barracas das "Noites de Verão" já começaram esta semana a ser retiradas. Só não o foram mais cedo, segundo o vereador José Medeiros, porque os meios necessários para retirar as barracas estiveram ocupados na colocação de cartazes alusivos às eleições de 11 de Outubro.»O vereador José Medeiros hoje em declarações ao Açoriano Oriental.
«(...) através da sua visão passaremos a ouvir o vento que passa nas folhas, o mundo ficará em silêncio e será possível compreender a linguagem dos pássaros. Esta enorme e levíssima aparição é uma imagem simultaneamente dentro e fora do mundo, um espaço em que o tempo é a matéria mais visível. O tempo é o nosso único amigo.»
Rui Chafes, "Parar o Tempo" Out'09
«Contactada pela RTP Açores a Câmara de Ponta Delgada lembra que o fim das noites de verão coincidiu com o inicio do ano lectivo e acrescenta que as barracas ainda não foram retiradas porque os responsáveis pela área da logística estiveram ocupados com a realização dos habituais trabalhos de manutenção nas escolas do concelho»Passado o tempo animado o real Campo de São Francisco regressa à sua condição de abandono e marginalidade. E, no momento actual, não há logística que o salve.
«Nas eleições de 11 de Outubro não lográmos o nosso principal objectivo, que era o de vencer as eleições. Não vou naturalmente fazer malabarismos retóricos equivalentes aos que a líder do PSD utilizou tanto ontem como há duas semanas para tentar vender como vitória as suas duas pesadas derrotas, exactamente porque uma das ideias fundamentais que presidiu à minha candidatura foi a de defender a verdade.Mensagem pós-eleitoral do candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Ponta Delgada cuja acção - por Viver Melhor o concelho - pautou-se por uma forte convicção e determinação nos ideais defendidos. Manteve, ao longo de toda a campanha, o nível do debate elevado (nos raros momentos em que isso foi tornando possível), culminando com um ambicioso programa a sufrágio. A luta foi desigual nos meios mas o resultado foi positivo, em termos simbólicos, pela perda de hegemonia do PSD no concelho.
Posto isto, será no mínimo justo lembrar que nestas eleições ganhámos mais presidências de juntas de freguesia – seis em vez de duas – mais vereadores, mais deputados municipais e mais mandatos nas assembleias de freguesia enquanto o PSD ganhou menos vereadores, menos presidências de junta, menos deputados municipais e menos membros de assembleia de freguesia. (...)»
























